Documento fala em ritual que envolveu mutilação de bebês e canibalismo envolvendo ex-presidente.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais há anos, uma mulher aparece gritando na porta de um hotel na cidade de Monterrey:
“Comeram humanos, asquerosidade, comeram humanos! Eu não sabia de nada, isto é, sabia dos assassinatos, mas não que haviam comido humanos. Eles cheiram a carne humana”, disse.
Antes, ela havia dito algumas frases desconexas e fez acusações contra figuras como a rainha da Inglaterra e o bilionário Carlos Slim, na época um dos homens mais ricos do mundo.
O vídeo termina com os policiais retirando a mulher da porta do hotel. Não há nenhuma informação sobre o que aconteceu com ela após o vídeo.
Na internet, afirmaram que a mulher seria uma modelo chamada Gabriela Rico Jiménez e que ela teria visto cenas de canibalismo em uma festa da alta sociedade.
No entanto, não existem evidências de que ela participou em qualquer evento da alta sociedade e nem provas sobre sua carreira como modelo. Isso significa que o caso provavelmente foi apenas um surto.
Ainda assim, os arquivos divulgados pelo governo americano sobre a rede de abuso sexual e tráfico humano de Jeffrey Epstein traz denúncias de canibalismo.
Em um dos relatos mais pesados dos documentos divulgados pelo governo, há uma troca de mensagens que começa com uma pessoa não identificada dizendo que uma suposta vítima trouxe mais informações.
O e-mail começa com a frase “eu não percebi que Bush também o havia estuprado. Ok”.
Em seguida, há uma descrição de cenas de horror que teriam acontecido em um iate particular.
O relato começa falando de uma orgia, na qual as mulheres estariam “sangrando durante o ato”.
Ele também fala que aconteceu uma espécie de “sacrifício ritual”, no qual os pés dele foram cortados por uma cimitarra, espada árabe, mas não ficaram com cicatrizes.
A vítima também relata que viu bebês serem desmembrados e terem seus intestinos removidos.
As pessoas que estavam dentro do barco comeram as fezes que haviam dentro dos intestinos.
“No iate, ele testemunhou bebês sendo desmembrados, suas entranhas removidas, e indivíduos comendo as fezes dessas entranhas.”
O delator teria sido levado para o FBI por Michael Moore, jornalista acusado de ser conspiracionista e investigado por violação de direitos autorais.
O mesmo documento segue afirmando que a suposta vítima tem histórico de uso de drogas e abuso sexual, além de afirmar que as memórias estiveram reprmidas até passar por terapia em 2016.
Clique aqui para acessar o documento original completo.
É importante destacar que o Departamento de Justiça liberou todos os documentos em posse do FBI, podendo incluir informações falsas ou exageradas:
"Esta produção pode incluir imagens, documentos ou vídeos falsos ou submetidos falsamente, uma vez que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na produção que atende à Lei."
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