Garota assassinada enterrada em campo de golfe de Trump
Um dos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça, traz o relato de uma suposta vítima, segundo a qual Trump sabia que menores e pessoas traficadas participavam das festas sexuais de Epstein.
Em uma ocasião, a vítima contou que o jornalista britânico Robin Leach estrangulou uma garota até a morte enquanto se relacionavam.
O corpo dela foi enterrado atrás do buraco 19 no campo de golfe particular de Trump, onde ao menos três outras vítimas também foram desovadas.
Além disso, o relato conta que Epstein tinha relações com membros do Cartel de Sinaloa e chegou a colocar câmeras no campo de golfe para gravar os membros da organização.
Eles procuravam o apoio do cartel para conseguir apoio na negociação de vítimas com idades entre 12 e 14 anos.
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Garotas foram leiloadas e abusadas sexualmente
Em outro arquivo, uma das vítimas conta que haviam “leilões” de garotas apelidadas por Epstein de “calendar girls”.
Ao menos um desses eventos aconteceu no resort de Trump, conhecido como Mar-a-Lago.
O presidente teria colocado suas mãos nas partes íntimas das meninas para avaliá-las com base nas genitais.
A maior parte do público era composta por homens velhos, no entanto figuras como Elon Musk e os filhos de Trump também teriam participado.
Uma das vítimas disse que tinha 13 anos na época e afirma ter sido forçada a fazer sexo com o presidente.
Na avaliação do FBI aparece dizendo que o risco à vida da vítima é “falso”. Isso não anula o depoimento, apenas indica que ela não estava em perigo naquele momento.
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Recém nascido foi assassinado por rede de tráfico humano
Um dos documentos mostra uma vítima buscando contato com o detetive que a havia atendido anteriormente.
No pedido, ela relata que havia sido traficada por seu tio em parceria com Jeffrey Epstein quando tinha apenas 13 anos de idade.
Na época ela estava grávida e era forçada a manter relações sexuais com clientes, muitas vezes em iates e embarcações particulares.
Ela deu à luz a uma menina, mas assim que o nascimento aconteceu, o tio da vítima matou o bebê e jogou seu corpo no rio Michigan.
Mais uma vez, o FBI avaliou que não havia risco à vida para a vítima que denunciou os estupros e assassinatos.
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Bebê foi morto em ritual com ex-presidente americano
Em um dos relatos mais pesados dos documentos divulgados pelo DOJ, há uma troca de mensagens que começa com uma pessoa não identificada dizendo que uma suposta vítima trouxe mais informações.
O e-mail começa com a frase “eu não percebi que Bush também o havia estuprado. Ok”.
Em seguida, há uma descrição de cenas de horror que teriam acontecido em um iate particular.
O relato começa falando de uma orgia, na qual as mulheres estariam “sangrando durante o intercurso”.
Em seguida, ele fala que aconteceu uma espécie de “sacrifício ritual”, no qual os pés de uma pessoa foram cortados por uma cimitarra, espada árabe, mas não ficaram com cicatrizes.
A vítima também relata que viu bebês serem desmembrados e terem seus intestinos removidos. As pessoas que estavam dentro do barco comeram as fezes que haviam dentro dos intestinos.
O delator teria sido levado para o FBI por Michael Moore, jornalista acusado de ser conspiracionista e investigado por violação de direitos autorais.
O mesmo documento segue afirmando que a suposta vítima tem histórico de uso de drogas e abuso sexual.
Além disso, os agentes afirmaram que tudo se baseou em “memórias reprimidas”, que a vítima não se lembrava até passar por terapia em 2016.
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Epstein discutiu procedimentos para crianças trans
O conceituado biólogo Robert Trivers enviou alguns e-mails para Epstein, no qual fala sobre a possibilidade de comercializar transexuais.
Em uma das mensagens, ele começa falando que podem criar um novo fenótipo, de homens mais femininos. Para isso, era necessário um processo de castração e a injeção de hormônios femininos.
Ele também explica como é o processo para fazer uma mulher mais masculina, no entanto destaca que não haveria tanto mercado para elas.
Segundo Trivers, mulheres trans teriam um grande potencial para lucrar, pois satisfazem algumas fantasias sexuais.
Por fim, ele afirma que estão começando as intervenções hormonais ainda mais cedo, com crianças de aproximadamente três anos.
“Eu ficaria aterrorizado de fazer isso, mas quem sabe?” Concluiu Robert.
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