Política5 min de leitura

Trump diz que caneta automática fraudou decretos de Biden e engana nação

Relatório acusa Biden de usar máquina para assinaturas nos EUA.

Por
Redação
Publicado em
Relatório acusa Biden de usar máquina para assinaturas nos EUA.
Fonte da imagem: TruthSocial Trump

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O presidente Donald Trump acusou Joe Biden de usar uma autopen, máquina que replica assinaturas automaticamente, para validar atos como ordens executivas e perdões. 

Também sugeriu que isso anula sua gestão e engana os americanos, baseado em vídeos divulgados por agências que alegaram suspeitas de assinaturas idênticas, e acordo com o Oversight Project "seria impossível”.

"Os 'perdões' de Biden são nulos porque foram feitos por autopen. Ele não os assinou e, mais importante, não sabia de nada sobre eles!"
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Entenda a denúncia

Uma autopen é um dispositivo mecânico que imita assinaturas à mão, usado para agilizar processos administrativos. 

O Oversight Project alega que quase todos os documentos de Biden, como decretos de 2022 e 2024, trazem a mesma assinatura automática, exceto a carta de saída da eleição de 2024.

"Quem controlava o autopen controlava a presidência".
Além disso, o grupo sugeriu que Biden, por suposto declínio cognitivo, não assinava pessoalmente.

Trump reforçou a narrativa na Truth Social em 16 de março, chamando os perdões do ex-presidente de fraude. Ele insinua que funcionários não eleitos governaram no lugar de Biden.

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"Quem controlava o autopen controlava a presidência"

O uso de autopen é comum entre presidentes. Obama introduziu sua utilização para assinatura de atos legislativos.  e Trump também o usou em 25 decretos, conforme o Daily Mail

A Newsweek relata que o Departamento de Justiça valida assinaturas automáticas desde 2005, e a gestão Biden enviava documentos físicos para assinatura em viagens, como em 2022 na Coreia do Sul.

Críticos rebatem e chamam as alegações de Trump de "teatro político", mas o procurador-geral de Missouri, Andrew Bailey, pediu investigação ao Departamento de Justiça, alegando abuso por "fantoches" do governo, conforme o India Today.

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