Suspeito da morte de um agente das forças especiais postava conteúdo comemorando a morte de policiais. Veja o vídeo.

O traficante Luiz Felipe Honorato Romão, conhecido como Mangabinha, integrante do Comando Vermelho, foi morto durante uma operação da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Civil, ele era um dos suspeitos pela morte do policial civil José Antônio Lourenço Junior, em maio deste ano.
Mangabinha atuava entre as áreas conhecidas como Karatê e 13, exercendo a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas.
Foragido do sistema prisional, costumava publicar nas redes sociais imagens com fuzis, granadas e rádios comunicadores, além de mensagens incentivando violência contra policiais.
De acordo com a Polícia Civil, Mangabinha reagiu à tentativa de captura, dando início ao confronto que resultou em sua morte.
Contra ele, havia cinco anotações criminais, por associação para o tráfico, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e resistência, e dois mandados de prisão em aberto: um por evasão e outro pelo homicídio do agente da Core.
A corporação afirma que Mangabinha havia se vangloriado publicamente, há cerca de seis meses, de ter participado dos ataques à equipe da Core no dia em que o policial Lourenço Junior foi assassinado.

A Polícia Civil descreve Mangabinha como uma figura importante na estrutura local do Comando Vermelho.
Ele utilizava perfis em redes sociais, incluindo o apelido “Gustavinho 15733”, para ostentar armas e reforçar sua ligação com atividades criminosas. As publicações incluíam registros de fuzis, granadas e mensagens de incitação à violência.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) havia realizado a investigação que apontou a participação dele e identificou os demais envolvidos no ataque à Core, o que resultou nos mandados de prisão.
Dois outros envolvidos na morte de Lourenço Junior também foram mortos pela polícia:
A DHC afirma que a identificação dos três suspeitos e os decretos de prisão foram resultado de investigação técnica que comprovou suas participações nos ataques.
Como um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa.
Quanto mais pessoas tivermos conosco nesta missão, mais longe iremos. Por isso, agradecemos o apoio de todos.
Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo.