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Atualidades
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Polícia de Imigração mata mulher nos EUA e ação gera onda de protestos

Governo Trump aponta legítima defesa, enquanto prefeito e governador acusam despreparo e pedem saída dos agentes da região.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
8/1/2026 11:56
Reuters

Uma mulher de 37 anos foi morta a tiros por um agente do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) durante uma abordagem em uma rua residencial de Minneapolis.

O caso provocou protestos na cidade e acirrou o embate entre autoridades locais e o governo federal.

A vítima foi identificada como a americana Renee Nicole Good. Segundo informações das autoridades, ela estava dentro de um carro que bloqueava a via durante uma operação federal de imigração realizada na quarta-feira (7).

O chefe da polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, afirmou que não há indícios de que a mulher fosse alvo da ação.

De acordo com a versão oficial, quando agentes se aproximaram do veículo, Renee acelerou em tentativa de fuga. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra um carro Honda Pilot parado na rua enquanto dois agentes tentam se aproximar.

Ao recuar e virar o veículo, um terceiro agente aparece à frente e dispara contra a motorista. 

Versões opostas

O Departamento de Segurança Interna afirmou que o agente agiu em legítima defesa, alegando que ele temeu pela própria vida, pela dos colegas e pela segurança do público.

A porta-voz do órgão, Tricia McLaughlin, chegou a classificar o episódio como um ato de “terrorismo doméstico”.

O presidente Donald Trump reforçou essa versão em publicação nas redes sociais.

Segundo ele, a mulher que gritava durante a cena seria uma “agitadora profissional” e a motorista teria agido de forma violenta.

“A mulher que dirigia o carro era muito desordeira, obstruindo e resistindo, e então atropelou violentamente o policial do ICE, que aparentemente atirou nela em legítima defesa”, escreveu Trump.

Ele afirmou ainda que, ao ver o vídeo, “é difícil acreditar que o agente esteja vivo”, e informou que o policial está se recuperando no hospital.

O vice-presidente JD Vance também afirmou que o agente do ICE agiu em legítima defesa. Segundo ele, a mulher obstruía uma operação policial e, no momento do disparo, teria acelerado o carro em direção ao agente, o que justificaria a reação.

Autoridades de Minneapolis rejeitaram a versão do governo federal. O prefeito Jacob Frey classificou a justificativa como “ridícula” e afirmou que não há base para a alegação de legítima defesa.

“Isso não é verdade. Não tem fundamento”, disse.

O chefe da polícia local também demonstrou preocupação com a conduta dos agentes federais. 

Em qualquer órgão sério de segurança pública, é alarmante atirar contra o carro de uma pessoa desarmada”, afirmou O’Hara.

Tanto o prefeito quanto o governador do estado pediram a retirada dos agentes do ICE da região. Protestos começaram logo após a morte de Renee, com críticas diretas à presença da polícia de imigração na cidade.

Em Nova York, cerca de 400 pessoas se concentraram em frente a um escritório regional do órgão no sul de Manhattan.

Também houve manifestações em cidades como Miami e Nova Orleans, com autoridades locais participando dos atos e pedindo atenção máxima para novas operações de imigração.

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