Há 11 anos, militantes islâmicos invadiram a redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo e mataram 12 pessoas, em um dos ataques terroristas mais simbólicos da história recente da França.
O atentado chocou o país, teve repercussão mundial e inaugurou um ano marcado por violência em território francês.
Na manhã de 7 de janeiro de 2015, os irmãos Chérif e Saïd Kouachi, ambos franceses, armados com fuzis, entraram no prédio onde funcionava a redação da revista, em Paris. No momento do ataque, acontecia a reunião editorial semanal.
Os terroristas mataram jornalistas, cartunistas, funcionários e um visitante. Entre as vítimas estava o editor da revista, Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb. Após deixarem o prédio, os atiradores ainda assassinaram um policial nas proximidades.
Testemunhas relataram que os agressores gritavam frases como “vingamos o profeta Maomé” e “Deus é grande”, em árabe. Poucos dias depois, os irmãos foram mortos pelas forças de segurança após uma caçada de três dias.
No mesmo dia, em um ataque relacionado, o terrorista Amedy Coulibaly matou uma policial e, depois, quatro pessoas em um supermercado judaico em Paris. Ele também foi morto durante a operação policial.
- Gostaria de receber as principais notícias do dia diretamente em seu E-mail, todos os dias e de graça? Assine o Resumo BP, a newsletter de jornalismo da Brasil Paralelo. Clique aqui e aproveite.

.png)


.png)
.png)

.jpg)


.webp)






.jpg)

.png)







