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Plano para matar Sergio Moro envolvia 5 milhões de reais, treinamento de mercenários e contratação do novo cangaço

Investigação das forças de segurança pública e da PF revelam como a operação foi montada para atacar autoridades públicas como o senador Sergio Moro.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Sergio Moro
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Investigação revela quanto o Primeiro Comando da Capital (PCC) gastou em plano para assassinar Sergio Moro: R$ 5 milhões. A informação é dos investigadores que cuidam do caso desde seu início, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

Com o que o dinheiro foi gasto?

  • aluguel de imóveis residenciais e comerciais próximos ao do senador Sergio Moro;
  • equipamentos para fotografar o cotidiano da família de Moro, escola, academia, compras em shoppings e reuniões de trabalho;
  • criminosos responsáveis por vigiar Sergio Moro e sua família.

Janeferson Aparecido Mariano, conhecido como Nefo, é o comandante da facção responsável pela operação.

Segundo a Polícia Federal (PF), as ações dos criminosos eram realizadas pelo Sintonia Final, grupo do PCC dedicado a monitorar alvos da facção.

Os atentados contra Moro e outras autoridades, como o promotor Lincoln Gakiya, tinham o objetivo de resgatar Marcola, líder da facção preso há mais de 20 anos.

Há mais de um ano, a inteligência do Departamento Penitenciário Federal e a PF acompanhavam as movimentações e diálogos mantidos por Marcola.

Como estava a operação dos criminosos?

  • vigia dos passos de Sergio Moro;
  • treinamento de mercenários na Bolívia para atacar Moro;
  • contratação do Novo Cangaço para invadir o presídio e resgatar Marcola.

Quando atuou como ministro da Justiça e Segurança Pública, Moro coordenou a transferência e o isolamento de lideranças do PCC para presídios federais. Marcola foi um dos transferidos.

Lincoln Gakiya, o outro alvo da operação do PCC é um dos principais responsáveis pelas investigações sobre a facção. Gakiya integra o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

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