Imagine que cada célula do nosso corpo é como uma pessoa tentando viver dentro de uma casa. Ela precisa de chão, paredes, estrutura. Sozinha, no vazio, ela não funciona direito.
Dentro do nosso corpo existe algo que cumpre esse papel: a matriz extracelular.
É como se fosse o “ambiente” onde as células moram. E uma das proteínas mais importantes desse ambiente se chama laminina.
A laminina é uma molécula grande, que faz parte da base onde as células se apoiam. Se pudéssemos enxergá-la bem de perto, ela pareceria uma cruz, com três pontas menores e uma maior. Cada ponta tem a capacidade de se conectar com outras moléculas ou com as próprias células.

Como surge a polilaminina?
Em certas condições, quando o ambiente fica levemente ácido e existe cálcio por perto, várias moléculas de laminina começam a se aproximar e se ligar umas às outras pelas pontas menores.
Elas não são “coladas” como plástico. Elas simplesmente se organizam, como se encaixassem naturalmente.
A polilaminina é, basicamente, uma rede formada por muitas lamininas conectadas entre si.
Pense numa rede de pesca ou numa malha de crochê: vários pontos ligados, formando uma estrutura maior e mais firme do que uma peça isolada.










.jpg)
.jpg)





.jpg)

.jpg)





