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Impostos, acusações e investigações: descubra o plano chinês para retaliar tarifas de Trump

Empresas americanas também passaram a ser investigadas e entraram na lista de “entidades não confiáveis".

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Xi Jinping e Trump se encontrando pessoalmente.
Fonte da imagem: Andy Wong/Associated Press

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O ministério do Comércio da China anunciou que vai colocar tarifas de 15% sobre carvão e gás liquefeito americanos

O carvão é a principal fonte de energia usada no país, responsável por cerca de 56% da energia produzida lá, enquanto o gás natural gera aproximadamente 8%.

Além disso, será cobrada uma taxa adicional de 10% sobre petróleo bruto e os maquinários utilizados para a agropecuária produzidos nos EUA.

A medida foi anunciada pelos chineses após o presidente Trump impor uma tarifa extra de 10% sobre importados chineses nos EUA.

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Os produtos feitos no México e no Canadá também foram taxados em 25% pelo governo americano.

Segundo Trump, o objetivo de impor tarifas aos três maiores parceiros econômicos dos EUA seria uma punição por não conterem o fluxo de drogas e imigrantes ilegais.

Além de reagir impondo tarifas comerciais, o regime de Pequim também apresentou uma queixa formal à Organização Mundial do Comércio (OMC).

"China apresentou uma reclamação contra as medidas tarifárias dos Estados Unidos sob o mecanismo de solução de disputas da OMC". Comunicou o ministério.

Além disso, uma série de grandes empresas americanas entraram na mira do governo chinês. A Google será investigada por violar as leis antimonopólio do país. 

O grupo PHV, dono da Calvin Klein e da Tommy Hilfiger, e a gigante da biotecnologia Illumina também foram colocadas na lista de “entidades não confiáveis".

Apesar de a China não ter anunciado essas investigações como retaliação contra as tarifas americanas, o início delas indica que pode existir associação

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