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Em uma ditadura, o povo pode reagir de 3 formas semelhantes ao comportamento animal em perigo. Veja quais

As reações possíveis se assemelham às de um animal em perigo na natureza.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Manifestantes em protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro, em Caracas, Venezuela. 11/04/2017.
Fonte da imagem: Foto: Paulo Emílio

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Um animal selvagem, quando se encontra em perigo, ele basicamente tem diante de si três opções:

  1. enfrentar o perigo;
  2. fugir do perigo;
  3. aceitar que não é páreo ao perigo e se entregar.

Qualquer animal na natureza utiliza apenas uma dessas opções quando confrontado com o perigo. Diante de uma ameaça, o ser humano parece seguir o mesmo caminho.

Luis Vicente León, economista do instituto de pesquisa Datanalisis, entrevistado no documentário Infiltrados: Venezuela, afirma que os venezuelanos seguiram os três caminhos possíveis:

“Uma parte enfrentou o perigo, foi à luta, aos protestos. À busca de mudanças políticas, ao enfrentamento do perigo.

O segundo grupo dos venezuelanos agiu como qualquer animal que enfrenta o perigo: fugiu. Porque eles avaliaram o inimigo e sentiram que ele era muito mais forte e não podiam viver aqui. Então fugiram. Sete milhões de pessoas que hoje inundam uma grande quantidade de países como imigrantes.

E existe o terceiro grupo, onde estão 27 milhões de venezuelanos. A população que aceitou que não conseguiria destruir seu inimigo.”

O que é narrativa e o que são fatos sobre a ditadura venezuelana?

Para entender o que de fato acontece no país, a Brasil Paralelo viajou até a Venezuela para ouvir dos próprios venezuelanos o que acontece no país. Não perca Infiltrados: Venezuela, o mais novo original da BP.

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