Todo começo de ano costuma trazer a mesma promessa: ler mais. A intenção é sincera, mas o hábito só se mantém quando encontra espaço real na rotina.
Ler com constância depende menos do calendário e mais de uma disposição interior: a decisão de aprender todos os dias, inclusive nos momentos mais comuns.
O início do ano ajuda. Funciona como um empurrão inicial. Mas o que sustenta a leitura ao longo do tempo é a escolha cotidiana de se expor a boas ideias, mesmo quando o dia está cheio ou cansativo.
Hoje, o principal obstáculo raramente é falta de tempo. O problema costuma ser outro: a dificuldade de manter atenção em um ambiente cheio de estímulos.
Entre notificações e redes sociais, muita gente até começa a ler mais, mas não consegue seguir adiante.
Por isso, a discussão mudou.
A questão deixou de ser apenas quanto ler e passou a incluir duas perguntas mais práticas: o que vale a pena ler e como criar constância sem depender de esforço excessivo?




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