Conferência tem sido marcada por altos preços e problemas logísticos.
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Quiosques que atendem servidores e participantes da COP30 ficaram sem comida por volta das 15 horas de ontem (10).
O local destinado à alimentação do público em geral, que acompanha na Zona Verde, praticamente não vende pratos de comida, apenas salgados e lanches.
Mesmo com preços elevados, os alimentos acabaram rapidamente. A maior parte dos quiosques fecharam as portas.
Muitas das pessoas que acompanhavam o evento tiveram que almoçar apenas doces que restavam nas prateleiras.
A venda de uma sorveteria local teve uma grande fila de brasileiros e estrangeiros, as bacias acabaram rapidamente.
Outra loja próxima estava vendendo apenas fatias de bolo, que custavam R$25 cada segundo a Revista Veja, e algumas latas de refrigerante.
O site da COP 30 afirma que a entrada de alimentos de fora para a Zona Verde é proibida por questões de segurança.
Enquanto faltava comida para quem acompanhava o evento, sobrava para os representantes que negociam na Conferência.
Na Zona Azul, onde estão as autoridades, há mais opções de alimentos e muito menos gente.
Essa não é a primeira polêmica que envolve a alimentação na COP30. Os altos preços, já vinham sendo alvo de críticas.
O jornalista Márcio Gomes, da CNN, relatou nas redes sociais ter pago R$100 por uma pequena quiche de espinafre, um refrigerante e um salgado de camarão com queijo do Marajó.
Por exemplo, uma garrafa de água de 350 mL custa R$25,00. Em supermercados, a mesma garrafa custa entre 1 e 2 reais.
A Brasil Paralelo investigou o caos logístico por trás da organização da COP30 com um especial. Assista completo abaixo:
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