Advogado comparou Renan Santos a Lula, criticou sua trajetória profissional e formação. O pré-candidato ainda não se manifestou.

Jeffrey Chiquini publicou um vídeo nas redes sociais com críticas diretas a Renan Santos, oficializado como candidato à Presidência da República pelo Partido Missão.
No vídeo, o advogado mira o currículo do fundador da sigla e questiona se ele tem qualificação para comandar o país.
Chiquini perguntou ao ChatGPT qual seria a formação acadêmica de Renan. Segundo ele, a resposta indicou que o candidato não teria concluído curso superior.
A partir disso, o advogado passou a comparar a ambição presidencial de Renan com a ausência de experiência política e profissional que, na avaliação dele, seria necessária para disputar o Palácio do Planalto.
“O cara nunca foi vereador, nunca administrou uma empresa. Ou seja: nunca produziu nada, sequer tem formação acadêmica, mas quer ser CEO do Brasil?”, afirmou.
Em outro trecho, Chiquini chamou Renan de “jovem de 42 anos” e disse que ele “não serve para ser estagiário dos meus estagiários”.
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A crítica não ficou apenas no currículo. O advogado também acusou Renan de concentrar ataques contra Flávio Bolsonaro e outros nomes da direita, enquanto evitaria críticas ao presidente Lula e ao STF.
Chiquini ainda chamou o candidato de “cadelinha do STF” e disse que Renan teria comemorado prisões determinadas no contexto dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes.
“Ele se diz de direita e faz coraçãozinho para o Alexandre de Moraes”.
Ao final, Chiquini comparou Renan a Lula, dizendo que o candidato do Missão seria uma versão moderna do petista.
“Esse sujeito aqui é o Lula da nossa geração”
Renan Santos foi oficializado pelo Partido Missão como candidato à Presidência na última segunda-feira (20). A convenção foi realizada de forma online e sem transmissão aberta.
Segundo o partido, a decisão foi tomada por motivos de segurança, depois de ameaças atribuídas a facções criminosas. Com a candidatura homologada pela legenda, Renan passa a ter direito à proteção da Polícia Federal.
Fundador do Missão e cofundador do MBL, ele foi o primeiro nome confirmado em convenção para a disputa presidencial de 2026. A candidatura ainda precisa ser registrada e analisada pela Justiça Eleitoral.
O vice escolhido é Aroldo Medina, militar da reserva. A segurança pública deve ser um dos principais eixos da campanha do partido, que promete apresentar suas propostas no chamado Livro Amarelo.
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