Risco de fuga e investigação em andamento
No documento encaminhado ao STF, o advogado argumenta que há risco de fuga caso Lulinha deixe o país durante o andamento das investigações.
Ele destaca que o filho do presidente já teria permanecido no exterior em 2025 e poderia sair novamente do Brasil.
A existência de residência fora do país poderia dificultar a aplicação da lei penal, caso haja denúncia e julgamento.
Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, mora em Madrid desde julho do ano passado.
Dessa maneira, Chiquini sustenta que estariam presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva. Ele também pede que o Ministério Público seja ouvido com urgência.
Segundo o requerimento, Lulinha teria sido citado por testemunhas ao longo das investigações e mencionado em elementos informativos colhidos pela Polícia Federal.
A petição afirma ainda que a própria PF comunicou ao STF que apura a participação específica do filho do presidente nas irregularidades.
Entre os pontos levantados pelo advogado, está a informação de que Lulinha teria uma mesada de R$300 mil do Careca do INSS.
Relatórios da investigação também mencionam conversas, depoimentos e suspeitas relacionadas a negócios ligados à cannabis medicinal, embora o caso ainda esteja em fase de apuração.