Quando uma criança nasce, ela depende quase totalmente da mãe nos primeiros meses de vida até para coisas simples, como se alimentar.
Essa conexão profunda faz com que muitas pessoas deixem o papel do pai e seu impacto profundo em seu desenvolvimento em segundo plano.
Segundo o IBGE, 11,6 milhões de famílias brasileiras são formadas por mães solo. Entre essas mulheres, 57% vivem abaixo da linha da pobreza.
O coordenador do curso de psicologia da Faculdade Pitágoras, Rongno Rodrigues, disse para o Correio Braziliense que a presença paterna é um dos pilares do desenvolvimento emocional.
O pai costuma ser o segundo vínculo mais forte da criança logo após o nascimento. É ele quem representa a proteção e introduz o filho no mundo exterior.
"A figura paterna sempre esteve associada a proteção, diferente da mãe que é associada ao cuidado. Mas o pai, em geral, costuma ser o segundo vínculo mais forte da criança quando ela nasce. E um relacionamento saudável entre pai e filho reflete em diferentes áreas da vida social, pois ajuda no desenvolvimento da independência, confiança e nos relacionamentos com familiares, amigos e cônjuges"
Um relacionamento saudável entre pai e filho, segundo o especialista, influencia a independência, a confiança e a forma como essa pessoa vai se relacionar no futuro.
No entanto, os registros de cartórios mostram que milhares de brasileiros não terão esse vínculo.
Dados do Portal da Transparência dos Registros Civis mostram também que em 2025, cerca de 172 mil crianças nascidas no Brasil não têm o nome do pai na certidão de nascimento.
Esse número representa aproximadamente 6,9% de todos os 2,4 milhões de nascimentos que aconteceram no país.



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