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Programa Contraponto estreia com entrevista do comentarista político Caio Coppolla

Coppolla conta sobre sua trajetória pessoal e profissional. Enfatiza também que vai ensinar pessoas de direita a se tornarem comunicadores.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Capa da entrevista no youtube.
Fonte da imagem: Youtube/Brasil Paralelo

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A segunda temporada do programa Contraponto estreou no Brasil Paralelo em alto estilo. O host do programa Contraponto, Bruno Magalhães, conduziu a conversa com o comentarista político, Caio Coppolla, no primeiro episódio da nova temporada da série.

Coppolla falou sobre a forma mais calma e mansa como fala, contrastante com a maioria dos comentaristas e políticos, que brigam para conseguir audiência:

"Eu acho que o trabalho do formador de opinião, ele é muito mais de esclarecer, de trazer luz, e nada disso está associado à virulência ou agressividade. Então, a versão pública é a minha melhor versão."

O convidado seguiu contando um pouco sobre sua carreira no empreendedorismo em áreas como:

  • eventos, 
  • experiências, 
  • e-commerce e 
  • marketing digital político.

Coppolla também comentou sobre como começou a se envolver no marketing político e no debate público após conversar com um amigo que havia se candidatado a vereador.

O jovem afirma que seu amigo seria apenas um "escadinha" para o partido, alguém com poucas chances de se eleger, mas que traz votos o suficiente para ajudar os caciques políticos do partido.

Revoltado com a situação, Coppolla ajudou seu colega a trabalhar nas mídias digitais para conseguir atrair mais votos.

As táticas começaram a chamar a atenção de outras siglas, e o Partido Novo chegou a receber ajuda com algumas candidaturas.

Posteriormente, os vídeos de Coppolla no Youtube passaram a se popularizar, chamando a atenção de veículos de comunicação, como a Jovem Pan e a CNN Brasil

Apesar de seu sucesso como comunicador, o comentarista afirma que ainda quer participar na formação de candidatos da direita:

"Eu vou pegar um pouco da minha experiência para aumentar exponencialmente a votação de candidatos a prefeito e vereador de direita. Isso me daria uma satisfação tremenda, porque o que eles aprenderem de ferramenta de comunicação por ensejo da eleição, vão guardar para sempre."

O entrevistado afirma que, fazendo isso, poderá ajudar direta e indiretamente centenas de formadores de opiniões liberais e conservadores.

[LEADS] Brasil Evangélico
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