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Crime
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Irmã do prefeito de São Paulo é presa por desacato, lesão corporal e dirigir bêbada

Segundo relato, a advogada ameaçou soltar os cães contra os policiais.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
16/1/2026 14:31
Reprodução / Faceboook/ Raul Luciano/Ato Press/Estadão

A irmã do prefeito Ricardo Nunes foi surpreendida por uma nova tecnologia utilizada na cidade de São Paulo.

Na tarde da última quinta-feira, enquanto ia a uma unidade de saúde, câmeras que utilizam inteligência artificial identificaram que ela tinha mandados de prisão em aberto desde abril de 2024.

Imediatamente a polícia se dirigiu até o local e a prendeu. Janaina Reis Miron é acusada de desacato, lesão corporal e de dirigir bêbada.

A tecnologia das câmeras é o sistema Smart Sampa, um programa da prefeitura que usa inteligência artificial no reconhecimento facial de foragidos da Justiça e para localizar pessoas desaparecidas.

Nos mandados constavam lesão corporal contra seu filho de 11 anos, em novembro de 2014, embriaguez ao volante e desacato após uma abordagem policial em outubro de 2022.

Janaína foi condenada em regime aberto em abril de 2024 e julho de 2025, respectivamente. Ela precisava se apresentar à Justiça periodicamente, mas teve os mandados de prisão expedidos por deixar de cumprir a determinação legal.

Segundo uma matéria publicada pelo Metrópoles, no momento em que foi presa, Janaína buscava remédios na UBS. A advogada teria um transplante marcado para a próxima terça-feira (20), como parte do tratamento de cirrose e alcoolismo.

Lesão corporal contra o filho e a ameaça de soltar os cães contra policiais

Segundo a denúncia do caso de 2014, o filho de Janaína foi agredido por ela com mordidas no braço, puxões de cabelo, batidas da cabeça contra a parede e arremesso de objetos, resultando em lesões leves, confirmadas por exame de corpo de delito.

Já em 2022, quando foi pega dirigindo embriagada, uma policial relatou que a equipe percebeu o veículo trafegando em zigue-zague numa rodovia em Botucatu, no interior do estado.

Durante a abordagem, Janaina não portava documentos pessoais, estava com o licenciamento vencido e com a habilitação fora do prazo de validade.

Ainda segundo o depoimento, ao ser informada de que seria conduzida à delegacia, ela xingou os agentes, ameaçou soltar os cães que estavam no carro contra os policiais, demonstrou comportamento descontrolado e chegou a ameaçar correr pela rodovia.

Após se recusar a realizar o teste do bafômetro, Janaína também afirmou que o marido seria capitão da polícia e que prejudicaria os envolvidos na abordagem, além de dizer que os agentes deveriam “estar pegando ladrão” e não abordando “uma mãe de família”.

Na decisão, o juiz destacou que a caracterização do crime de embriaguez ao volante não depende exclusivamente de exame técnico, como o etilômetro ou exame de sangue, sendo suficiente a comprovação por meio de provas testemunhais, como ocorreu no caso.

O que os familiares de Janaína disseram?

Em nota, os familiares da advogada informaram que não têm contato com ela há mais de 15 anos e não irão comentar o caso. Segundo um aliado de Ricardo Nunes, o prefeito e a irmã também não se falavam por todo esse tempo.

De acordo com uma apuração da TV Globo, a mãe dela e do prefeito cuida de um dos três filhos de Janaína, enquanto os outros dois vivem com o pai.

A Prefeitura de São Paulo informou que a prisão ocorreu em cumprimento a ordens judiciais e que a atuação seguiu rigorosamente os protocolos legais e os critérios do sistema Smart Sampa.

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