Presidente acusou opositores da medida de servirem aos interesses de criminosos.
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Lula voltou a falar sobre a regulamentação das redes sociais durante seu discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU.
Ele começou falando que o nível de democracia pode ser medido também pela capacidade do país em “defender as famílias e a infância”.
O presidente continuou dizendo que as redes sociais conseguiram conectar as pessoas, porém são usadas de maneira errada:
“As plataformas digitais trazem a possibilidade de nos aproximar como jamais havíamos imaginado, mas têm sido usadas para propagar intolerância, misoginia, xenofobia e desinformação.”
O discurso continuou com a defesa de que regulamentar as redes sociais não é reduzir a liberdade de expressão, mas punir crimes:
“A internet não pode ser terra sem lei, caberá ao poder público proteger os mais vulneráveis. Regular não é restringir a liberdade de expressão, é garantir que o que é ilegal no mundo real seja tratado assim também no ambiente virtual.”
As vozes que se opõe à regulamentação defendida por seu governo seriam incentivadas por organizações envolvidas com crimes graves:
“Ataques à regulamentação servem para encobrir interesses escusos e dar guarida para crimes como fraude, tráfico de pessoas, pedofilia e investidas contra a democracia.”
A oposição acusa o governo de usar o discurso de regulamentação das redes para cercear discursos contrários ao governo nos meios digitais.
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