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Atualidades
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Jornal afirma que parentes de Dias Toffoli tiveram como sócio fundo ligado ao Banco Master

Jornal revela que parentes de Toffoli tiveram fundo ligado ao Banco Master

Por
Gabriel Costa
Publicado em
13/1/2026 11:01
Rosinei Coutinho/ STF

Empresas ligadas a irmãos e a um primo do ministro Dias Toffoli tiveram como sócio um fundo ligado às suspeitas de fraudes do Banco Master. A informação consta em documentos oficiais analisados pela Folha de S.Paulo.

O fundo Arleen manteve participação em duas empresas associadas a familiares do ministro até meados de 2025.

O Arleen não é investigado diretamente, mas fez parte da cadeia de fundos citada na apuração sobre o banco controlado por Daniel Vorcaro.

Uma das empresas é a Tayayá Administração e Participações, responsável por um resort em Ribeirão Claro (PR). O empreendimento teve, ao longo dos anos, participação acionária de integrantes da família Toffoli.

A outra é a DGEP Empreendimentos, incorporadora imobiliária da mesma cidade, que tinha entre os sócios um primo do ministro.

A ligação com o caso do Banco Master ocorre por meio de uma cadeia de fundos. O Arleen investiu no RWM Plus, que recebeu recursos de fundos ligados ao Maia 95, um dos seis apontados pelo Banco Central como parte da suposta teia de fraudes do banco.

A defesa de Daniel Vorcaro negou irregularidades e disse que a reportagem cria “conexões inexistentes”.

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Gestora investigada e encerramento do fundo

O Arleen e outros fundos citados eram administrados pela Reag, gestora investigada pela Polícia Federal na Operação Carbono Oculto, que apura suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

O fundo Arleen tinha apenas um cotista e foi encerrado no fim de 2025. No último balanço disponível, seus ativos estavam concentrados em duas empresas ligadas a parentes de Toffoli e em uma participação no fundo RWM Plus.

Uma auditoria registrada na CVM em maio de 2025 mostra que a Next Auditores não emitiu parecer sobre o fundo. O motivo foi a falta de documentos, confirmações de saldo e informações contábeis suficientes para verificar as contas.

Entenda o caso Banco Master

A Polícia Federal e o Banco Central investigam uma fraude superior a R$ 12 bilhões relacionada ao Banco Master. A investigação apura a emissão de créditos fictícios e o uso de fundos ligados entre si para inflar os ativos do banco.

Dias Toffoli é o relator no STF do inquérito que reúne as investigações sobre o Banco Master.

O caso chegou à Corte após a defesa de Daniel Vorcaro alegar que pessoas com foro privilegiado eram citadas nos autos, incluindo um negócio imobiliário com o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA).

Desde então, decisões do ministro passaram a ser questionadas. Entre elas estão a manutenção do caso sob sigilo e a concentração da investigação no STF.

Também foi criticada a convocação de uma acareação entre investigados e um diretor do Banco Central, sem pedido prévio da Polícia Federal ou da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Toffoli também foi questionado por ter viajado ao exterior em um jato particular acompanhado do advogado do Banco Master.

O ministro afirmou que durante o voo, não houve conversas sobre o processo envolvendo o banco liquidado pelo BC.

Gestora investigada e encerramento do fundo

O Arleen e outros fundos citados eram administrados pela Reag, gestora investigada pela Polícia Federal na Operação Carbono Oculto, que apura suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

O fundo Arleen tinha apenas um cotista e foi encerrado no fim de 2025. No último balanço disponível, seus ativos estavam concentrados em duas empresas ligadas a parentes de Toffoli e em uma participação no fundo RWM Plus.

Uma auditoria registrada na CVM em maio de 2025 mostra que a Next Auditores não emitiu parecer sobre o fundo. O motivo foi a falta de documentos, confirmações de saldo e informações contábeis suficientes para verificar as contas.

Entenda o caso Banco Master

A Polícia Federal e o Banco Central investigam uma fraude superior a R$ 12 bilhões relacionada ao Banco Master. A investigação apura a emissão de créditos fictícios e o uso de fundos ligados entre si para inflar os ativos do banco.

Dias Toffoli é o relator no STF do inquérito que reúne as investigações sobre o Banco Master.

O caso chegou à Corte após a defesa de Daniel Vorcaro alegar que pessoas com foro privilegiado eram citadas nos autos, incluindo um negócio imobiliário com o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA).

Desde então, decisões do ministro passaram a ser questionadas. Entre elas estão a manutenção do caso sob sigilo e a concentração da investigação no STF.

Também foi criticada a convocação de uma acareação entre investigados e um diretor do Banco Central, sem pedido prévio da Polícia Federal ou da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Toffoli também foi questionado por ter viajado ao exterior em um jato particular acompanhado do advogado do Banco Master.

O ministro afirmou que durante o voo, não houve conversas sobre o processo envolvendo o banco liquidado pelo BC.

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