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IPCA: saiba quais foram os produtos que mais subiram de preço em 2024

Veja também a lista dos que mais impactaram a economia brasileira ao longo do ano.

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Redação Brasil Paralelo
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carrinho de compras vazio em um super mercado
Fonte da imagem: Gazeta regional

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O IBGE divulgou hoje (10/1) o índice nacional de preços (IPCA) de 2024, mostrando quais foram os produtos que ficaram mais caros.

  • O IPCA é o índice oficial de inflação do Brasil, que mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos. Utilizado também como referência para políticas econômicas e ajustes contratuais, é fundamental para monitorar o custo de vida e o poder de compra.

Os maiores aumentos foram em alimentos e itens de cozinha, como Abacate (174,67%), Laranja-lima (91,03%) e Tangerina (74,24%):

  • Abacate (174,67%);
  • Laranja-lima (91,03%);
  • Tangerina (74,24%);
  • Laranja-pera (48,33%);
  • Peixe-peroá (47,86%);
  • Café moído (39,60%);
  • Óleo de soja (29,21%);
  • Limão (28,29%);
  • Acém (25,24%) e
  • Alho (24,70%).

O impacto deles, no entanto, é considerado menos importante para a economia do país.

Segundo o IBGE, produtos que registraram aumentos menores tiveram uma importância maior para o aumento da inflação:

  • Gasolina (9,71%);
  • Plano de saúde (7,87%);
  • Refeição fora de casa (5,7%);
  • Leite longa vida (18,83%);
  • Condomínio (6,25%);
  • Ensino fundamental (8,86%);
  • Serviço bancário (8,03%);
  • Café moído (39,6%);
  • Carnes (20,84%);
  • Lanche (7,56%).

A gasolina foi o produto que mais teve impacto na inflação individualmente, mas o preço dos combustíveis em geral aumentou 10,09%.

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O óleo disel foi um dos menos impactados na categoria, reistrando um aumento de 0,66% no preço.

Já o etanol ficou 17,58% mais caro ao longo do ano. O gás veícular também subiu de preço em 7,66%. 

A inflação de 2024 fechou em 4,83%, um  número acima da meta de 4,5% planejada pelo governo.

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