O governo dos Emirados Árabes Unidos mantém um programa de bolsas para cidadãos estudarem fora. Na lista de instituições que podem ser escolhidas pelos beneficiados estão universidades em nações como: EUA, Israel, França e até Austrália.
No entanto, o Reino Unido, país que abriga instituições como Oxford e Cambridge, ficou de fora das opções na lista de junho de 2025.
O motivo para a exclusão é que a monarquia muçulmana teme que seus cidadãos sejam recrutados por grupos radicais islâmicos, ao menos é o que afirmam pessoas ouvidas pelo Financial Times.
Uma das fontes conta que as autoridades britânicas questionaram por que o país ficou de fora do programa:
“Eles não querem que seus filhos sejam radicalizados no campus”, relatou.
Apenas entre 2023 e 2024, cerca de 70 estudantes que foram para o Reino Unido foram denunciados para o programa de desradicalização quando voltaram.
Segundo as autoridades, essas pessoas apresentavam sinais de “radicalização islâmica”. O número é quase o dobro do registrado no ano anterior.
O país tem se esforçado em vigiar e reprimir movimentos islâmicos radicais desde a Primavera Árabe, que começou em 2011.
Um acadêmico do país europeu entrevistado pelo Financial Times chegou a alegar que a presença de grupos islâmicos nos campus universitários não é tão forte.
Ainda assim, ele reconheceu que a guerra entre Israel e o Hamas foi um fator desestabilizador nas instituições do país.
A Brasil Paralelo investigou como as universidades se tornaram terrenos férteis para ideias radicais em nosso país e no mundo com a trilogia Unitopia. Clique aqui e assista ao primeiro episódio.



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