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Zuckerberg apresenta novas regras sobre liberdade de expressão no Instagram e Facebook

O CEO da Meta anunciou novas políticas de privacidade, com o objetivo de proteger a liberdade de expressão do usuário.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Mark Zuckeberg FACEBOOK Liberdade der expressão Meta
Fonte da imagem: reprodução redes sociais

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Zuckeberg informou que a Meta irá substituir seu programa de verificação de fatos por um sistema semelhante ao Community Notes, do X, que é impulsionado pela comunidade.

  • No novo sistema, os colaboradores podem deixar notas em qualquer post e, se um número suficiente de pessoas com opiniões diferentes classificarem a nota como útil, ela será exibida publicamente no post
  • No sistema anterior, a Meta usava tecnologia para detectar notícias possivelmente falsas, baseando-se nos comentários de usuários. Verificadores independentes avaliavam a precisão das notícias e publicavam artigos explicativos. Notícias consideradas falsas tinham sua distribuição diminuída no feed de notícias, e usuários que as compartilhavam recebiam notificações. Nos Estados Unidos, machine learning colaborava com a identificação de Fake News.

Assista o vídeo:

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Meta diz que quer preservar a liberdade de expressão do usuário

As alterações irão impactar o Facebook, Instagram e Threads e visam reverter políticas anteriores que limitavam conteúdos políticos nos feeds dos usuários. Zuckerberg enfatizou que essas mudanças são uma resposta ao ambiente político atual.

"Vamos voltar às nossas raízes e focar em reduzir erros, simplificar nossas políticas e restaurar a liberdade de expressão em nossas plataformas", disse Zuckerberg em um vídeo. "Mais especificamente, aqui está o que faremos. Primeiro, vamos nos livrar dos verificadores de fatos e substituí-los por notas da comunidade semelhantes ao X, começando nos EUA"

A equipe da Meta responsável por credibilidade e segurança será transferida para o Texas, e novos critérios mais rigorosos serão adotados para a remoção de conteúdos. Isso reflete um equilíbrio entre a redução de conteúdos impróprios e a proteção de postagens legítimas.

Zuckerberg também mencionou a eleição recente como fator influente e criticou pressões para censura. As plataformas trarão de volta conteúdos cívicos, respondendo ao desejo crescente dos usuários por informações políticas.

Declarou também que a Meta planeja colaborar com o novo governo Trump para promover a liberdade de expressão globalmente. 

Na última década, a relação entre governos de vários países e empresas que gerenciam mídias sociais têm sido alvo de questionamentos, especialmente em relação a acusações de censura.

A Meta, como outras plataformas, ajustou seu sistema de recomendação, ajustando-se ao feedback dos usuários que desejam mais informações cívicas. 

Zuckerberg destacou também a importância do apoio do governo para defender as empresas americanas contra pressões internacionais para censurar conteúdos.

Essas mudanças refletem a necessidade de equilibrar a liberdade de expressão e a moderação responsável, em um cenário político sensível.

[LEADS] Brasil Evangélico
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