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Trump pode reduzir tarifas sobre a China em troca de um acordo favorável ao TikTok. Entenda a polêmica

Presidente dos EUA negocia com China em Washington.

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Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Trump tenta possibilitar que o Tik Tok continue funcionando nos Estados Unidos e oferece deconto em impostos na China
Fonte da imagem: Forbes

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Um pronunciamento do presidente Donald Trump realizado nesta segunda-feira, 26 de março, pode encerrar de vez a polêmica sobre a continuidade do Tik Tok nos Estados Unidos. Nesta segunda-feira, 26 de março, ele afirmou estar aberto a reduzir tarifas impostas à China em troca de um acordo envolvendo o  aplicativo que tem mais de 170 milhões de dados cadastrados. 

O app está no centro de uma disputa que mistura segurança de dados, tensões econômicas e rivalidade tecnológica, sugerindo que a guerra comercial entre as duas potências está prestes a ganhar um novo capítulo.

O governo americano teme que a rede social, controlada pela chinesa Byte Dance, repasse os dados de americanos ao governo de Xi Jinping. 

Com base em uma lei de 2024, o governo americano determinou a venda do aplicativo a uma empresa chinesa até janeiro de 2025, sob ameaça de banimento.
Ao anunciar que pode reduzir tarifas, a administração volta a reforçar sua intenção de resolver a polêmica. 

A solução, que pode redefinir a presença do app no país, segue em negociação, misturando tensões tecnológicas e econômicas entre as duas potências

Equilíbrio em xeque: apoio ou desconfiança?

"Se a China fizer um acordo justo com o TikTok, podemos cortar tarifas", afirmou Trump conforme registros oficiais da Casa Branca, sugerindo que a redução de barreiras comerciais, que atingem 20% sobre importações chinesas desde 2018, depende de garantias sobre o aplicativo. 

Ele destacou os 170 milhões de usuários americanos como fator de peso, propondo que a ByteDance venda o TikTok a uma empresa dos EUA, uma demanda antiga da administração.

A proposta surge após anos de tarifas que custaram bilhões às duas economias. "É uma chance de paz econômica", declarou o vice-presidente JD Vance em entrevista apoiando a ideia como parte da estratégia "America First".

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