As principais notícias todos os dias em seu e-mail
Garanta o próximo envio:
00
D
00
H
00
M
00
S
January 19, 2026
RECEBER DE GRAÇA
This is some text inside of a div block.
3
min de leitura

Heading

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.

Por
This is some text inside of a div block.
Publicado em
This is some text inside of a div block.
This is some text inside of a div block.
Atualidades
3
min de leitura

STF alega razões humanitárias e autoriza prisão domiciliar de investigado em esquema do INSS

Sílvio Feitoza é acusado de gerenciar contas bancárias e participar de estratégias para ocultar e dissimular recursos

Por
Gabriel Costa
Publicado em
19/1/2026 17:29
Rosinei Coutinho/STF

O Supremo Tribunal Federal autorizou a prisão domiciliar de Sílvio Roberto Machado Feitoza, investigado por fraudes no INSS.

A decisão foi assinada na sexta-feira, 16, pelo ministro André Mendonça, após a apresentação de laudos médicos que indicam risco efetivo de morte.

Investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, Feitoza estava em prisão preventiva quando, no dia 14 de janeiro, passou mal. Com autorização do Supremo Tribunal Federal, foi levado às pressas ao Hospital de Base, em Brasília.

Os exames revelaram um quadro grave. Cerca de 90% das artérias do coração estavam obstruídas. O investigado precisou passar por um cirurgias no coração.

Desde então, permanece internado, sem previsão de alta. 

  • Este é mais um episódio que envolve pessoas envolvidas com o esquema de fraudes no INSS, que segue revelando novos desdobramentos quase diariamente. Para acompanhar todos os pontos, receba gratuitamente o Resumo BP, a newsletter com a curadoria da Brasil Paralelo. Clique aqui e inscreva-se.

Decisão não anula a investigação

Na decisão, Mendonça afirmou que os motivos para a prisão continuam válidos, mas que, diante do estado de saúde do investigado, mantê-lo na prisão seria uma medida desproporcional.

Segundo o ministro, a prisão domiciliar atende a razões humanitárias sem prejudicar a investigação.

A mudança não significou liberdade plena. Feitoza seguirá em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica. Está proibido de sair de casa e de manter contato com outros investigados.

Também deverá entregar todos os passaportes à Polícia Federal em até 48 horas. O descumprimento das regras pode levar à revisão da medida.

A Procuradoria-Geral da República concordou com a conversão da prisão, entendimento acolhido pelo relator.

Segundo a PF, Feitoza integrava o núcleo operacional do esquema de descontos indevidos aplicados a aposentados e pensionistas.

Os investigadores apontam que ele exercia funções de um operador financeiro: gerenciava contas bancárias e participava de estratégias para ocultar e dissimular recursos.

A investigação atribui a liderança do grupo a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

A decisão do STF não altera o curso do processo. As suspeitas permanecem, assim como as restrições impostas ao investigado. O que mudou foi apenas a forma de custódia, ajustada diante de um risco imediato.

O jornalismo da Brasil Paralelo existe graças aos nossos membros

Como um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa. 

Quanto mais pessoas tivermos conosco nesta missão, mais longe iremos. Por isso, agradecemos o apoio de todos. 

Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo. 

Clique aqui.

Relacionadas

Todas

Exclusivo para membros

Ver mais