O Supremo Tribunal Federal autorizou a prisão domiciliar de Sílvio Roberto Machado Feitoza, investigado por fraudes no INSS.
A decisão foi assinada na sexta-feira, 16, pelo ministro André Mendonça, após a apresentação de laudos médicos que indicam risco efetivo de morte.
Investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, Feitoza estava em prisão preventiva quando, no dia 14 de janeiro, passou mal. Com autorização do Supremo Tribunal Federal, foi levado às pressas ao Hospital de Base, em Brasília.
Os exames revelaram um quadro grave. Cerca de 90% das artérias do coração estavam obstruídas. O investigado precisou passar por um cirurgias no coração.
Desde então, permanece internado, sem previsão de alta.
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