Na atualidade, poucos Estados possuem armas nucleares.

Atualmente apenas nove países possuem artefatos nucleares. EUA, Rússia, Reino Unido, China, França, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte contam com estratégia militar que utliza esse tipo de armamento.
Apesar da posse por diversas nações, o acúmulo de dispositivos como esse é extremamente desigual, com Rússia e EUA concentrando mais de 90% do arsenal mundial.
Os estudos realizados em outros píses são limitados limitados por meio de acordos internacionais como o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).
Os 195 países reconhecidos assinaram o tratado, com exceção apenas de Índia, Paquistão, Israel e o Sudão do Sul, que nunca integraram o acordo. A Coreia do Norte assinou em 1985, mas abandonou o tratado em 2003.
Mesmo signatários do TNP, alguns Estados com fortes laços junto a nações nucleares são utilizados para o armazenamento de ogivas.
Os exemplos são: Itália, Turquia, Holanda, Bélgica e Alemanha, que mantêm artefatos americanos estacionados, e a Bielorrússia, que guarda equipamento russo.
O Brasil já buscou fabricar bombas atômicas nacionais, se recusando a assinar o TNP e criando um programa nuclear clandestino.
Atualmente o país utiliza seu desenvolvimento de tecnologia nuclear apenas para fins pacíficos, como a busca por autossuficiência energética.
As usinas nucleares em Angra dos Reis são atualmente responsáveis por produzir cerca de 2% do total consumido pelo país.
Outras áreas, como o desenvolvimento de tecnologias de propulsão para submarinos, controle de pragas e medicina também se beneficiam dos estudos brasileiros no campo.
O uso da energia nuclear pode gerar frutos em diversas áreas, apesar disso, acidentes como o ocorrido em Chernobyl e as armas nucleares criaram uma imagem negativa e “assustadora” para a área.