O movimento “Acorda Brasil” organizou manifestações em ao menos oito capitais e a Avenida Paulista foi o centro delas. O ato foi o primeiro evento de Flávio Bolsonaro após se tornar pré-candidato à presidência.
O senador adotou um tom moderado em relação ao Judiciário, mas foi forte contra Lula, citando escândalos de corrupção e os gastos do atual presidente.
O governo Lula e seus principais aliados no Congresso reagiram e não pouparam críticas. De acordo com os governistas, o ato foi uma tentativa frustrada de demonstrar força política.
A promessa de Flávio Bolsonaro de que o pai subiria a rampa do Planalto em 2027 foi o principal alvo de ironia.
O ministro Guilherme Boulos reagiu de imediato:
"Só se for a rampa da Papuda! Vão perder a eleição e Bolsonaro seguirá preso".
O deputado Lindbergh Farias descreveu o discurso de Flávio como "frio e sem energia", afirmando que o parlamentar parecia um candidato sem confiança.
A ministra Gleisi Hoffmann acusou a oposição de se fantasiar de brasileiro para atacar o presidente Lula, afirmando que o grupo "perdeu a eleição e tentou um golpe".
O vice-presidente do PT, Jilmar Tatto, reforçou que o ato não traz "nada de novo" e que, enquanto a oposição grita nas ruas, o governo foca em "cuidar do povo".



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