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Atualidades
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Flávio afirma que Bolsonaro irá subir a rampa do Planalto em 2027 em primeiro ato como pré-candidato

Senador evitou citar ministros do STF e apostou na derrubada de veto para libertar presos do 8 de janeiro.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
2/3/2026 11:53
Fraga Alves/Metrópoles

O ato deste domingo na Paulista foi o primeiro evento público de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência.

Em seu discurso, o parlamentar focou na promessa de anistia e na projeção de um retorno de Jair Bolsonaro ao poder em 2027. Flávio relatou uma conversa recente com o pai:

“Quero compartilhar com vocês o que disse para o meu pai agora quarta-feira. Eu falei ‘pai, em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro’”, declarou o senador.

A declaração serviu para manter a mobilização da base em torno da figura do ex-presidente, mesmo sob a nova liderança do filho.

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Cautela com o STF

Flávio adotou um tom diferente de aliados como Nikolas Ferreira e Silas Malafaia. Enquanto eles atacaram nominalmente ministros do STF, o senador concentrou suas críticas no governo Lula e na gestão do PT.

Ele classificou o cenário atual como de "perseguição política", citando o uso de tornozeleiras eletrônicas e operações da Polícia Federal contra apoiadores.

Sobre o STF, Flávio evitou citar Alexandre de Moraes ou Dias Toffoli e transferiu a pressão para o Senado.

“Todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei. Isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado Federal”.

Para a anistia, Flávio focou na derrubada do veto do presidente ao PL da dosimetria das penas, definindo o movimento no Congresso como o passo decisivo para libertar os presos do 8 de janeiro.

O senador encerrou o discurso comparando as gestões Bolsonaro e Lula.

Relembrou o valor do Bolsa Família e a política de liberdade em sala de aula do governo Bolsonaro, contrapondo-os aos gastos atuais com cartão corporativo e aos escândalos do Mensalão e Petrolão.

“Dá para comparar Lula e Bolsonaro?”, questionou ao público, reforçando a pauta econômica e ética como pilares de sua campanha para 2026.

Leia o discurso na íntegra 

“Boa tarde, Brasil. Censuraram nossas redes sociais, mandaram a Polícia Federal na casa de pessoas inocentes, botaram tornozeleira eletrônica na perna de pessoas humildes e trabalhadoras. Prenderam pessoas que nunca cometeram crimes. Obrigaram brasileiros a terem que sair da própria pátria para escapar de perseguição. Mas nós, o povo, estamos aqui e não vamos desistir do nosso Brasil. O silêncio não é mais uma opção.
Essa caminhada que essa jovem liderança, meu amigo Nikolas Ferreira, iniciou pelo Brasil e que reacendeu a vontade de lutar pelo nosso Brasil, a vontade de enfrentar a dor, o sofrimento. Cada dor muscular que você, Nikolas, e as pessoas que o acompanharam sentiram; cada demônio que se sentiu incomodado com Deus caminhando com os brasileiros de Minas Gerais até Brasília. Isso tudo nos dá muito orgulho e muito mais força para continuar lutando pelo nosso país. Nikolas, muito obrigado por existir, muito obrigado por estar com a gente lutando por esse país ombro a ombro.
Eu quero agradecer ao meu amigo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes. Duas das pessoas que mais representam aqui o povo de São Paulo, que também vestiram a camisa do Brasil e estão caminhando nesse grande projeto de resgate da nossa nação. Quero agradecer aos dois governadores presentes aqui hoje neste ato, Romeu Zema e Caiado. Caiado, a sua presença aqui — o Zema precisou sair — é uma honra. Estar no mesmo palanque defendendo os mesmos ideais que uma pessoa com a sua história prova que isso aqui não é ato eleitoral. Tem aqui dois pré-candidatos juntos. Não estamos disputando voto. Estamos aqui pensando no que é melhor para nosso país. Muito obrigado, governador.
Eu queria chamar aqui agora rapidamente meu amigo pastor Silas Malafaia, porque muitas vezes as coisas não acontecem do jeito que a gente espera, mas eu acredito tanto que o que está acontecendo no Brasil é projeto de Deus que eu quero mais uma vez pedir a sua ajuda, os seus conselhos. Você é um professor para todos nós. A sua coragem nos inspira. Vamos juntos resgatar esse Brasil, pastor.
Quem aí está com saudade do Bolsonaro? Levanta a mão. Você que é jovem, está com saudade do Bolsonaro, porque na época do Bolsonaro a gente lutava pela liberdade de pensamento dentro de sala de aula. Quem precisava de um FIES e estava endividado, o Bolsonaro perdoou 99% das dívidas dos nossos estudantes. E o que é que o Lula faz? Deixou os estudantes todos endividados mais uma vez. A gente tem que lutar por essa geração que não tem mais expectativa. 80% dos nossos jovens não têm mais expectativa de conseguir um emprego. Passados quase quatro anos desse governo horroroso do Lula, os jovens continuam sem nenhuma expectativa.
Mulheres, vocês estão aqui? Na época do presidente Bolsonaro, vocês eram protegidas. Foram mais de 40 leis sancionadas pelo presidente Bolsonaro em defesa das mulheres. A ministra Damares, na operação Maria da Penha, mobilizou mais de 100 mil profissionais de segurança pública e prendeu mais de 26 mil agressores e assassinos de mulheres nesse Brasil. E eu sou casado com a Fernanda, sou pai de duas princesinhas que são a razão do meu viver. Eu imagino a dor dessas famílias que têm uma mulher agredida ou uma mulher assassinada por um covarde. E a gente não vai mais tolerar isso nesse país, porque as mulheres serão de verdade abraçadas e protegidas, sem hipocrisia.
E para você que recebe hoje um Bolsa Família: na época do Bolsonaro tinha gente ganhando 45, 50, 100 reais. O presidente Bolsonaro, no meio de uma pandemia, porque não roubava, tinha dinheiro para garantir que as pessoas mais vulneráveis tivessem o que comer. E passou o Bolsa Família para no mínimo 600 reais. Quem era mãe solo recebia em dobro. Se você conseguisse o emprego, continuava recebendo o Bolsa Família por dois anos até você estabilizar no emprego. Você tinha uma porta de saída. O Bolsonaro estendia a mão para as pessoas que mais precisavam.
E hoje o que é que nós vemos? Nós vemos o Lula gastando 1.4 bilhão de reais no seu cartão corporativo, levando uma vida de rico, esbanjando com a primeira-dama, ficando em hotéis de luxo na COP 30. Ao invés de usar os bilhões de reais para melhorar a vida do povo do Pará, ele ficou no iate de luxo tomando champanhe francês com a Janja, enquanto as pessoas que estão lá até hoje veem seus filhos brincando numa língua negra de esgoto na porta da sua casa porque não tem esgoto tratado. Esse é o Lula que defende os pobres. O governo Lula acabou de jogar no lixo mais de 108 bilhões de reais em remédios porque não conseguiu fazer chegar na ponta da linha para quem precisava. Quem precisava ir num posto de saúde para conseguir uma aspirina ou uma novalgina viu esse cara deixar mofar o remédio que ia ser dado para as pessoas mais pobres desse país.
E o que dizer do seu ministro "Tachad"? O "melhor" ministro da economia do Paraguai, que levou mais de 200 indústrias brasileiras para lá pela incompetência. O pior prefeito da história de São Paulo. Que saudade do Paulo Guedes. Como disse aqui o Nikolas, a gente tem uma batalha pela frente agora: derrubar esse veto covarde de Lula sobre o projeto de idoneidade, que não é o que a gente quer, mas esse primeiro passo vai ser dado em breve e praticamente todas as pessoas do 8 de janeiro vão poder ir para suas casas. Menos uma pessoa chamada Jair Messias Bolsonaro, que independente da gente derrubar esse veto, vai continuar lá onde ele está. Um ex-presidente da República mais uma vez se sacrificando pelo seu país e pelas outras pessoas inocentes. Mesmo sabendo que essa lei não o beneficiaria, ele falou para nós, deputados e senadores: "façam, porque pelo menos as outras pessoas vão poder ir para casa e eu banco, eu fico, eu aguento". Porque ele é forte e nunca desistiu do nosso Brasil.
Mas podem ter certeza que a gente vai continuar nessa luta, porque a cada dia que passa, mais pessoas estão vendo como ele foi colocado onde ele está, com uma farsa, atropelando leis, rasgando a Constituição e sendo julgado por seus inimigos. Mas hoje o canhão começou a virar para outros alvos, como nós já avisávamos desde lá de trás que ia acontecer. Quando era com o Bolsonaro, fechavam os olhos, incentivavam e publicavam essa falsa narrativa de tentativa de golpe para atacar e prender o Bolsonaro. Enjaularam o meu pai, atingiram esse objetivo, e agora começam a questionar os mesmos métodos que estão sendo usados para perseguir a própria imprensa, continuando a descumprir a lei.
E eu quero deixar uma coisa aqui muito clara: todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei. E isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado Federal. Mas o povo brasileiro vai ter a oportunidade este ano de escolher candidatos que se comprometam com o resgate da nossa democracia, porque o nosso alvo nunca foi o Supremo. Nós sempre dizemos: o Supremo é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro. E agora a própria imprensa virou alvo e os mesmos métodos começam a ser questionados. Olha como é que Deus faz. Alguém há quatro meses imaginava que toda essa nojeira de Brasília estaria sendo exposta ao público? O Brasil hoje conhece as entranhas de como funciona o jogo do poder em Brasília.
E o Bolsonaro está lá, mas não está abandonado, não está esquecido; está mais vivo do que nunca. Porque todos nós vamos carregar esse sobrenome e essas bandeiras até a vitória, porque Deus vai abrir esse mar pra gente atravessar. E do outro lado a gente vai cantar junto o hino da vitória. E eu quero concluir agora perguntando a vocês: dá para comparar Lula e Bolsonaro? Um cara que foi o presidente do Brasil nos maiores escândalos de corrupção: em 2003, no Mensalão, quem era o presidente da República? Em 2007, no Petrolão, quem era o presidente da República? Em 2023, o roubo dos aposentados do INSS, quem é o presidente da República?
E eu quero falar para as pessoas que tentam me atacar, porque eu aprendi honestidade em casa. Eu sou filho de Bolsonaro, não sou filho do Lula. Porque se fosse filho do Lula, eu agora ia estar sendo acusado de receber um mensalão de 300 mil reais ou de roubo de aposentados do INSS. Porque o filho do Lula agora é o acusado de estar lá na Europa gastando o dinheiro do roubo dos nossos aposentados. Você que é aposentado, sabe esse dinheiro que está faltando agora para você comprar um arroz, um feijão, uma carne, um presente para sua neta ou levar sua família para passear? O seu dinheiro pode estar na conta do filho do Lula lá na Suíça. É por isso que ninguém aguenta mais quatro anos de PT e nós, o povo, vamos tirar essa corja de Brasília.
E eu quero compartilhar com vocês o que eu disse para o meu pai agora, quarta-feira, olhando no olho dele para levar ainda mais esperança e ainda mais força. E quem concordar com o que eu vou falar, só dá um grito do fundo da sua alma. Eu falei: "Pai, em janeiro de 2027, eu quero pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro". Brasil acima de tudo. Obrigado. É a vitória”.

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