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Pablo Marçal pede perdão aos eleitores paulistanos

Em debate do SBT, Marçal pede desculpas a eleitores

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Candidatos a prefeito de São Paulo
Fonte da imagem: Gazeta do Povo

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Até o momento, o debate promovido pelo SBT recebe os candidatos à prefeitura de São Paulo em tom tranquilo se comparado aos demais já ocorridos. Há mudança na estratégia dos candidatos. 

“Mais serenos e concentrados”, foram as observações dos jornalistas do SBT, no intervalo do debate. Desde o princípio, o debate foi mais propostivo.

Marçal que tanto protagonizou apelidos começou comunicando aos eleitores o que eles verão de diferença.

“Peço perdão ao eleitor paulistano pelos debates anteriores”, afirma. 

Disse também que nos debates, os candidatos tem de mostrar sua melhor e pior versão.

“Minha pior versão ficou para trás. Agora, vocês vão conhecer a melhor. Terei postura de governante." 

O candidato do PRTB afirmou que a intenção que ele teve nos debates anteriores foi de revelar o caráter de cada um dos candidatos. 

Ele disse que mostrou que um candidato é desequilibrado, o outro tem histórico de violência contra a mulher, o outro de corrupção. 

No debate sobre mobilidade urbana, Marçal enfatizou que a cidade está "travada". Criticou também a falta de ideias inovadoras, destacando suas propostas: bolsões de estacionamento nas rodovias de entrada, eletrificação da frota e teleféricos nas periferias. 

O empresário dirigiu a pergunta a Marina Helena que respondeu que a solução seria "não votar na esquerda". 

A candidata afirmou que os esquerdistas priorizam investimentos em Cuba e Venezuela. Também condenou o mau uso dos impostos. 

Marçal, em direito de resposta, afirmou que nunca foi o "palhaço" dos debates e prometeu fazer a população "prosperar" para acabar com o ciclo de votos no PT:

“O próprio Lula disse que quem ganha mais de R$4 mil não vota no PT. Vou fazer as pessoas prosperarem para acabar com esse tempo de PT”. 

Tabata Amaral questionou e influenciador sobre o programa "Pé de Meia". Marçal não respondeu diretamente, mas apresentou suas propostas para a educação. 

Afirma que irá implementar "escolas olímpicas" e investir em educação financeira, segundo ele praticada hoje por menos de 3% da população. 

“Marçal é como o jogo do tigrinho: promessas fáceis que podem até atrair quem está desiludido”, disse ela sobre o influenciador. Ressaltou ainda que ele enganou que faz os cursos, e que o que fez em Angola “é de cortar o coração”. 

Marçal rebateu, afirmando que prosperou de forma honesta. Acusou a deputada do PSB de baixar o nível do debate.

O início

No estúdio, José Luiz Datena, Guilherme Boulos e Marçal foram posicionados à direita do mediador, César Filho. Tabata, Ricardo Nunes e Marina Helena, por sua vez, estavam posicionados à esquerda. 

Datena questionou Tabata sobre o crime organizado na saúde, e ela se comprometeu a  combater a corrupção e melhorar o atendimento na saúde, em especial nas UBSs. Ambos concordaram sobre a necessidade de agilizar exames.

Dobradinha de Marina e Nunes 

Marina e Nunes uniram-se para criticar Boulos e o PSOL. Marina e Nunes defenderam uma "máquina enxuta". 

Marina ainda criticou o debate:

"A política se distanciou da realidade. O que temos aqui é um grande circo, com todos apresentando propostas iguais, baseadas em pesquisas para dizer exatamente o que você quer ouvir. Dinheiro que acaba indo para um Estado inchado."

A candidata ainda atacou Datena por sua evolução no discurso e defendendo menos impostos e menos gastos com o governo.

A grande diferença do debate do SBT em relação aos anteriores foi o tom adotado pelos candidatos, mais leves e propositivo. 

[LEADS] Brasil Evangélico
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