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Política•5 min de leitura

Guilherme Derrite e André do Prado são eleitos senadores por São Paulo

Acompanhe o resultado da eleição ao vivo na Brasil Paralelo.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
Gulherme Derrite e André do Prado vencem Marina Silva e Simone Tebet
Fonte da imagem: Reprodução

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Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) conseguiram se eleger como senadores por São Paulo.

O capitão conseguiu se eleger matematicamente com 30,72% dos votos e 88% das urnas apuradas.

Seu colega, André do Prado (PL) também conseguiu se eleger com 29,38% dos votos no estado.

Eles ficaram à frente de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), ex-ministras do governo Lula.

A Brasil Paralelo está acompanhando a apuração dos votos ao vivo em seu canal no Youtube.

Assista completo abaixo:

A transmissão acompanha a disputa pela Presidência da República e pelos governos estaduais.

Também atualiza os resultados para Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas conforme os dados do TSE avançam.

Além dos números, a cobertura acompanha o percentual de urnas apuradas, a definição de vagas e a confirmação de eventuais segundos turnos.

Acompanhe agora a apuração ao vivo no YouTube da Brasil Paralelo.

Entenda a polêmica em torno da eleição de Deltan

Na noite de ontem (3), o ministro Floriano decidiu de maneira monocrática que a candidatura de Deltran estava indefinida.

A decisão foi tomada em uma ação aberta pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PSOL, e Unidade Popular (UP).

A justificativa para isso está na renúncia dele do Ministério Público ainda em 2021. Na época, ele enfrentava uma série de acusações e pedidos de investigação, principalmente por conta de sua atuação na Lava Jato.

O candidato afirmou que renunciou para combater a corrupção com mais liberdade, no entanto, seus críticos o acusam de tentar burlar a lei da Ficha Limpa.

Isso porque membros do MP que sofrem punições do tipo ou são demitidos acabam inelegíveis.

Em 2023, o TSE entendeu por unanimidade que a manobra foi irregular e cassou seu mandato como Deputado Federal.

Nas eleições deste ano, como as urnas já estavam lacradas quando o ministro Floriano indeferiu o registro de candidatura, o nome do candidato continuaria aparecendo, mas  os votos direcionados a ele seriam considerados nulos.

Em nota, Detran classificou o episódio como "a maior violência eleitoral da história do Brasil”.

“Não desista, meu nome está na urna. Anteontem, o mesmo ministro deu uma decisão no meu caso, dizendo que ele não poderia fazer isso que ele fez, por conta da livre manifestação da soberania popular, da escolha do eleitor, e agora ele vai lá e faz”, continuou.

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