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Política•5 min de leitura

Explosão deixa três feridos no dia do ato de Lula na Av. Paulista

Polícia fala em vazamento de gás e afasta possibilidade de atentado contra candidato.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
Explosão na Paulista acontece no dia de ato de Lula
Fonte da imagem: G1

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Próximo envio em
23h
01m
30s

Uma explosão aconteceu na região central da avenida, deixando duas mulheres e um homem feridos com queimaduras de primeiro grau.

Eles foram encaminhados para atendimentos médicos no hospital Santa Casa da Misericórdia de São Paulo.

A principal linha de investigação até o momento é de que o incidente foi causado por um vazamento de gás.

Segundo a PM, não há nenhuma evidência de que tenha qualquer relação com o ato do presidente Lula.

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Evento foi marcado por tumulto entre militantes e PMs

Esse não foi o único imprevisto na Paulista durante o ato dos candidatos petistas.

O PT organizou um evento com Lula e Haddad na Avenida Paulista para marcar o fim da campanha antes do primeiro turno das eleições para presidente e governador.

Policiais militares pediram que os manifestantes se concentraram na Av. Augusta e abrissem espaço para os carros poderem circular pela avenida. 

Uma decisão do TRE-SP autorizou o ato, mas determinou que eles não poderiam obstruir a passagem. 

Houve bate-boca entre os policiais e o coordenador da campanha de Lula para o estado de São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho.

Enquanto dirigentes petistas discutiam, os apoiadores do partido começaram a hostilizar os policiais que trabalhavam no evento.

Os militantes dirigiram gritos de “fora fora” para os agentes, além de vaiarem as autoridades. 

A situação só foi amenizada quando os candidatos do PT começaram a chegar no local e os carros de som foram para a Augusta.

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Lula criticou o trabalho da PM

Lula chegou a falar sobre o episódio, acusando a PM de favorecer eventos de seus opositores:

"Eles não podem transformar a Paulista em um palanque da extrema-direta. A Paulista é do povo brasileiro, não da extrema-direita".

Outros candidatos também criticaram a corporação. Estiveram presentes além do presidente: Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet.

Em nota, a PM de São Paulo alegou que não houve qualquer impedimento para o percurso planejado para o evento.

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