Dirigente do Hamas diz que não aprovaria atentado de 7 de outubro hoje em dia
Líder da organização critica as consequências do ataque para Gaza

Os líderes e simpatizantes do Hamas mantém narrativas para justificar e legitimar o atentado terrorista contra Israel no dia 7 de outubro de 2023.
O grupo tem se pronunciado no sentido de defender a ação, mesmo que ela tenha dado início a uma guerra que já tirou a vida de pelo menos 45 mil pessoas.
Um dos principais dirigentes do grupo terrorista, Mousa Abu Marzouk, contou durante uma entrevista para o New York Times que não teria apoiado a ação se soubesse das consequências.
- A Brasil Paralelo entrevistou especialistas, sobreviventes e membros das Forças de Defesa de Israel para entender a realidade do conflito para além da cobertura midiática ocidental. Assista a filme From the river to the Sea completo abaixo:
Marzouk é o chefe do escritório de Relações Exteriores do grupo, sediado no Catar. Ele ocupa o cargo desde a década de 1990.
Durante a entrevista, o dirigente contou que não conhecia os planos específicos para o ataque de 7 de outubro, mas ele apoiou a estratégia de atacar militarmente Israel.
A fala pareceu sugerir que algumas alas do movimento queriam negociar a entrega de suas armas para focar na militância política.
A entrevista foi feita por telefone e não ficou claro se esse ponto de vista é compartilhado por outros membros da alta cúpula do grupo terrorista e nem se essa visão pode influenciar as negociações de paz.
Ainda assim, o comentário dá a entender que pode haver discordância sobre a forma como as lideranças entendem o atentado de 7 de outubro e suas consequências para os cidadãos de Gaza.
O grupo emitiu uma declaração após a divulgação da matéria, dizendo que as informações estariam “incorretas” ou “fora de contexto”.
A resposta seguiu afirmando que o atentado teria sido "uma expressão do direito do nosso povo à resistência e de sua rejeição ao cerco, ocupação e construção de assentamentos."
Além disso, a mensagem comentava que o próprio Marzouk teria defendido a posição do grupo de que “as armas da resistência” não poderiam ser entregues enquanto as terras palestinas “continuarem ocupadas”.
O jornalismo da Brasil Paralelo existe graças aos nossos membros
Como um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa.
Quanto mais pessoas tivermos conosco nesta missão, mais longe iremos. Por isso, agradecemos o apoio de todos.
Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo.
![TELLER [venda]](/_next/image?url=https%3A%2F%2Fmkt.brasilparalelo.com.br%2Fcampanhas%2F3d8cea3c-8600-4fec-8976-361cb965032e.webp&w=3840&q=75)
![TELLER [venda]](/_next/image?url=https%3A%2F%2Fmkt.brasilparalelo.com.br%2Fcampanhas%2F032a4fc2-8a6f-4f9b-bbef-cdeaf2ea14b6.webp&w=3840&q=75)















.jpg&w=3840&q=75)


