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Atualidades
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Deputado é agredido e revida: confusão escala durante palestra na USP

Confusão marcou ato político sobre o 8 de janeiro.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
9/1/2026 14:02
Reprodução

Um evento organizado para marcar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023 terminou em tumulto nesta quinta-feira (8), no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

A confusão envolveu manifestantes de esquerda, o ex-deputado estadual Douglas Garcia (União-SP) e o vereador Rubinho Nunes (União).

O encontro foi convocado por entidades de esquerda para protestar contra o PL da Dosimetria, que foi vetado pelo presidente Lula.

Entre os organizadores estavam o Grupo Prerrogativas, o Centro Acadêmico XI de Agosto, que representa os estudantes de Direito da USP, o diretório estadual do PT e aproximadamente outras 40 entidades.

Segundo Garcia e Nunes, o grupo foi ao local para questionar a realização de um ato político dentro de uma universidade pública. A chegada deles ao evento elevou a tensão no ambiente.

Douglas Garcia subiu às galerias do auditório para gravar vídeos. Ele foi hostilizado por manifestantes, que gritavam “fascista”.

Houve empurrões, e o ex-deputado foi retirado do local sob protestos. Durante a descida pelas escadarias, sua camisa foi rasgada.

A situação se agravou no térreo do prédio, onde estava o vereador Rubinho Nunes. Ali, ocorreu a troca de agressões físicas. Garcia trocou socos com um dos manifestantes.

Do lado de fora da universidade, o ex-deputado relatou o ocorrido.

“Chegaram a rasgar a minha camisa, me deram um murro. Eu dei um murro porque ninguém é de ferro. Estava tranquilo, o cara veio me bater e eu devolvi”, afirmou.

Garcia também disse que o grupo foi ao local para se posicionar contra o que considera prisões injustas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.

“A gente não é a favor da agressividade, nem da violência, mas, se bateu, vai levar”, declarou.

Já o Centro Acadêmico XI de Agosto apresentou outra versão.

Em nota, a entidade afirmou que Douglas Garcia e Rubinho Nunes deram início ao tumulto. Segundo o centro acadêmico, o objetivo da ação teria sido “criar o caos, constranger a luta popular e gerar engajamento nas redes sociais”.

O episódio encerrou o evento antes do previsto.

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