A defesa de Filipe Martins pediu ao ministro Alexandre de Moraes a revogação da prisão preventiva. O pedido se baseia em relatórios técnicos que, de acordo com o advogado Jeffrey Chiquini, comprovam que Martins não acessa o LinkedIn desde 2024.
A prisão foi decretada após a suspeita de que Martins teria utilizado a rede social, o que violaria medidas cautelares impostas anteriormente.
Chiquini sustenta que a decisão foi tomada de forma precipitada, sem a verificação técnica adequada e que não houve descumprimento das determinações judiciais.
O que diz a defesa?
No pedido apresentado nesta terça-feira (6), os advogados solicitaram a inclusão, nos autos, de registros fornecidos pela Microsoft, empresa responsável pelo LinkedIn.
Segundo o documento, os dados demonstram que não houve acesso à conta nem por Filipe Martins nem por terceiros após 2024.
A defesa afirma que:
- o último login registrado ocorreu em setembro de 2024;
- esse acesso teria sido feito por advogados nos Estados Unidos, o que explicaria o IP estrangeiro;
- em 4 de janeiro de 2026, houve um novo acesso apenas para obtenção do relatório técnico, feito pelo advogado.
O material não é um “print” nem uma estimativa do sistema. Trata-se de registros técnicos oficiais, que podem ser verificados, com dados como data, horário em UTC, endereço IP e identificação do acesso.

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