Após a prisão de Bolsonaro no sábado (22), parlamentares do PSOL acionaram a Procuradoria-Geral da República contra Flávio Bolsonaro.
O senador havia convocado uma vigília para rezar na frente da casa em que seu pai estava detido em prisão domiciliar desde agosto.
A manifestação foi mencionada como uma das justificativas para a transferência do ex-presidente para a superintendência da Polícia Federal.
Para o partido, essa convocação seria suficiente para acusar o Flávio de diversos crimes, como:
- incitação ao crime;
- obstrução de justiça;
- atos contra o Estado Democrático de Direito;
- promoção de facilitação de fuga; e
- colaboração com organização criminosa.
Pouco após o pedido do PSOL, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, enviou um pedido para Alexandre de Moraes incluir Flávio em uma investigação criminal.







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