Papa Leão XIV recebe delegação especial de Israel para falar sobre o Holocausto
Criado em 1953, o Yad Vashem reúne arquivos, museus e a única escola especializada em Holocausto do mundo.

O Papa Leão XIV recebeu no Vaticano uma delegação do Yad Vashem, o maior memorial do Holocausto do mundo.
Localizado em Jerusalém, o Yad Vashem foi criado em 1953 com a missão de garantir que o assassinato dos judeus pelos nazistas não seja esquecido.
Suas instalações são majoritariamente subterrâneas e reúnem museus, centros de pesquisa e monumentos. Aberto ao público, o local recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano.
Uma estrutura toda voltada à memória do Holocaustor
O trabalho do memorial se organiza em quatro frentes. A primeira é a coleta de documentação, com arquivos multimídia e a biblioteca mais abrangente do mundo sobre o Holocausto.
A segunda é a pesquisa, conduzida pelo Instituto Internacional para a Pesquisa do Holocausto, que publica uma revista semestral e livros acadêmicos.
A terceira é a educação, por meio da Escola Internacional de Estudos do Holocausto, considerada a única do gênero no mundo. A quarta e principal é o Museu de História do Holocausto.
O Vaticano ainda não se pronunciou sobre o conteúdo do encontro.
Um papa que viveu o regime do holocausto e venceu
O nazismo matou 6 milhões de judeus. O comunismo soviético matou dezenas de milhões. Um papa viveu as duas realidades de perto.
Nascido na Polônia em 1920, ele viu o nazismo ocupar seu país e sobreviveu. Depois veio o comunismo e ele voltou a resistir, desta vez como papa.
Pregou na Polônia sob regime ateu, inspirou movimentos de resistência, enfrentou as principais forças da época e sobreviveu a um atentado. O símbolo de sua vitória sobre isso foi a queda do Muro de Berlim.
A Brasil Paralelo documentou como um homem armado apenas com a fé enfrentou os dois regimes mais brutais do século XX e venceu.
Clique aqui e assista a O Papa que Venceu o Comunismo.
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