Entenda o que vai acontecer e leia a proposta do presidente americano.

Entenda o que vai acontecer e leia a proposta do presidente americano
Israel e a alta cúpula do Hamas anunciaram que os termos para a primeira fase do plano de paz elaborado por Trump foram aceitos após negociações.
A assinatura da primeira etapa prevê três movimentos imediatos:
Estima-se que 48 pessoas ainda estejam em cativeiro e que aproximadamente 20 delas ainda estejam vivas.
Trump usou sua rede social para celebrar o anúncio e comentou que esse é o primeiro passo em direção à paz na região:
“Tenho muito orgulho em anunciar que Israel e o Hamas aprovaram a primeira fase do nosso Plano de Paz. Isso significa que TODOS os reféns serão libertados em breve, e Israel retirará suas tropas até uma linha acordada, como os primeiros passos rumo a uma Paz Forte, Duradoura e Eterna.”
Em um posto no X, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o acordo é uma vitória para seu país:
“Com a aprovação da primeira fase do plano, todos os nossos reféns serão trazidos de volta para casa. Este é um sucesso diplomático e uma vitória nacional e moral para o Estado de Israel.”
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Palestinos e israelenses comemoraram a decisão que pode pôr fim a um conflito que já dura dois anos e deixou mais de 67 mil mortos.
As ruas de Gaza foram tomadas por pessoas comemorando o início do plano de paz para a região.
Jovens aplaudiram a notícia e gritaram Allah Akbar, que pode ser traduzido como “Deus é maior”, para agradecer pela notícia. Muitos choravam de emoção e alegria.
O escritório de mídia do governo de Gaza, controlado pelo Hamas, pediu que as pessoas esperassem o acordo ser oficialmente detalhado para retornarem a suas regiões de origem.
Em Israel, o cenário também foi de celebração. Pessoas se reuniram para celebrar na área que ficou conhecida como “praça dos reféns”, onde acontecem encontros de familiares dos cativos levados pelo Hamas.
Em meio a gritos de alegria, pessoas acenderam sinalizadores e chegaram a estourar espumante.
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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, celebrou o acordo e elogiou os países envolvidos nas negociações:
“Acolho com satisfação o anúncio de um acordo para garantir um cessar-fogo e a libertação de reféns em Gaza, com base na proposta apresentada por Trump. Louvo os esforços diplomáticos dos Estados Unidos, do Catar, do Egito e da Turquia na mediação deste avanço tão urgentemente necessário.”
Ele também colocou a organização à disposição para ajudar na implementação do acordo e manutenção da paz:
“A ONU apoiará a plena implementação do acordo e ampliará a entrega de ajuda humanitária contínua e baseada em princípios, além de avançarmos nos esforços de recuperação e reconstrução em Gaza.”
O primeiro-ministro do Reino Unido comemorou o acordo através de uma nota oficial e destacou o impacto mundial da decisão:
“Este é um momento de profundo alívio para o mundo inteiro, em especial para os reféns, suas famílias e para os civis de Gaza, que passaram por um sofrimento inimaginável ao longo dos dois últimos anos.”
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse ter ficado “aliviado” ao saber que os reféns voltarão para casa e pediu que os envolvidos na guerra a sigam o acordo:
“Depois de anos de intenso sofrimento, a paz finalmente parece possível. O Canadá conclama todas as partes a implementarem rapidamente todos os termos acordados e a trabalharem em prol de uma paz justa e duradoura.”
O governo da Austrália também emitiu uma nota oficial assinada pelo primeiro-ministro Anthony Albanese, na qual destacou os pedidos de paz do país e pediu o cumprimento do acordo:
“A Austrália foi parte consistente do pedido internacional por uma cessar-fogo, retorno dos reféns e liberação do fluxo de ajuda humanitária para Gaza. Pedimos que as partes respeitem os termos do plano.”
Os três países anunciaram o reconhecimento de um Estado palestino nas últimas semanas.
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O presidente americano apresentou uma proposta de 20 pontos para estabelecer a paz na região. O plano prevê um cessar fogo entre o país e o grupo terrorista, seguido pela entrega de todos os reféns vivos e mortos dentro de 48 horas.
O passo seguinte será a criação de um órgão internacional comandando principalmente pelos EUA para garantir a pacificação.
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