“A primeira pessoa que eu liguei foi o Flávio”: Marçal fala sobre sua relação com o candidato do PL
Em sua primeira entrevista como candidato, o empresário disse que não vai causar problemas para o filho do ex-presidente.

Em sua primeira entrevista após anunciar candidatura, Pablo Marçal comentou o desempenho de Flávio Bolsonaro.
O novo presidenciável disse que a primeira coisa que fez foi ligar para o filho do ex-presidente e dizer que:
“Na hora que minha candidatura foi registrada, a primeira pessoa para quem eu liguei foi o Flávio e falei para ele: ‘Segue seu caminho em paz porque você não terá problema comigo… Se o Senhor é com você, fique em paz’”.
Ele também negou rumores de que sua candidatura tenha qualquer vínculo com alguma estratégia do PT:
"Não sei o que ninguém manda em mim, a não ser o próprio Deus. Se Deus falar pra eu desistir, eu desisto."
Marçal falou do apoio internacional a Flávio
Além disso, ele afirmou que Flávio foi o primeiro candidato fora do governo a ganhar apoio de líderes internacionais, como Netanyahu e Trump.
Durante a Convenção do PL, o primeiro-ministro de Israel chegou a mandar um vídeo de apoio para o evento. Milei também esteve pessoalmente no evento.
Além disso, Flávio Bolsonaro também chegou a ser recebido pelo presidente americano no Salão Oval.
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TSE ainda decidirá se a candidatura será aceita
Embora o PRTB tenha protocolado o registro da chapa no último dia permitido pela Justiça Eleitoral, a candidatura ainda depende da aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Marçal está inelegível até 2032 por causa de condenações ligadas às eleições municipais de 2024.
A inelegibilidade só é analisada formalmente durante o julgamento do pedido de registro de candidatura.
Enquanto o TSE não decide, Marçal permanece candidato para todos os efeitos práticos.
Nesse período, ele pode participar de debates, fazer campanha eleitoral e utilizar os recursos destinados ao partido.
A expectativa é que o tribunal analise o pedido nas próximas semanas, devido à proximidade da eleição, marcada para 4 de outubro.
Questionado sobre isso pelo portal G1, o candidato se limitou a dizer que “o Senhor proverá”.
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