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Dilma é reeleita como presidente do Banco dos BRICS com apoio de Putin

Entenda como a ex-presidente foi escolhida para continuar no cargo.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Dilma apertando a mão de Putin. Presidente russo a indicou para o cargo de presidente do Banco dos BRICS por mais 5 anos.
Fonte da imagem: Correio Brasiliense

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Dilma Rousseff foi reeleita para um novo mandato na liderança do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB).

A instituição, também conhecida como Banco dos BRICS, financia projetos de infraestrutura em países emergentes ou em desenvolvimento.

A indicação para a ex-presidente continuar à frente do banco com sede em Xangai veio do presidente russo, Vladimir Putin, após articulação com o Brasil.

Putin já tinha elogiado o “progresso” da organização sob a liderança de Dilma durante a cúpula dos BRICS em São Petersburgo, no ano passado.

Cada um dos membros fundadores do bloco pode indicar um presidente do órgão para um mandato de cinco anos.

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O governo russo tinha interesse em indicar um cidadão do país, mas decidiu manter a Dilma por conta da tensão entre o país e o ocidente.

Segundo o jornal Agência Brasil, Putin teria considerado que colocar um russo à frente do NDB poderia causar problemas para o banco, já que o país sofre com sanções ocidentais causadas pela guerra na Ucrânia.

Dilma está à frente do órgão desde 2023, quando substituiu o economista brasileiro Marcos Troyjo, indicado por Bolsonaro. O mandato deveria acabar em julho deste ano.

Nas redes sociais a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, parabenizou a ex-presidente:

O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), por outro lado, questionou o trabalho de Dilma à frente do órgão.

A cúpula dos BRICS deste ano será organizada pelo governo brasileiro e deverá acontecer em julho no Rio de Janeiro.

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