Deltan Dallagnol e Felipe Barros são eleitos senadores pelo Paraná
Acompanhe o resultado da eleição ao vivo na Brasil Paralelo.

Deltan Dallagnol e Felipe Barros (PL) conseguiram se eleger como senadores pelo Paraná.
O ex-procurador da Lava Jato conseguiu se eleger matematicamente com 28,98% dos votos.
Seu colega, Lucas Barros também conseguiu se eleger com 27,39% dos votos e 89,25% das urnas apuradas
A Brasil Paralelo está acompanhando a apuração dos votos ao vivo em seu canal no Youtube.
Assista completo abaixo:
A transmissão acompanha a disputa pela Presidência da República e pelos governos estaduais.
Também atualiza os resultados para Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas conforme os dados do TSE avançam.
Além dos números, a cobertura acompanha o percentual de urnas apuradas, a definição de vagas e a confirmação de eventuais segundos turnos.
Acompanhe agora a apuração ao vivo no YouTube da Brasil Paralelo.
Entenda a polêmica em torno da eleição de Deltan
Na noite de ontem (3), o ministro Floriano decidiu de maneira monocrática que a candidatura de Deltran estava indefinida.
A decisão foi tomada em uma ação aberta pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PSOL, e Unidade Popular (UP).
A justificativa para isso está na renúncia dele do Ministério Público ainda em 2021. Na época, ele enfrentava uma série de acusações e pedidos de investigação, principalmente por conta de sua atuação na Lava Jato.
O candidato afirmou que renunciou para combater a corrupção com mais liberdade, no entanto, seus críticos o acusam de tentar burlar a lei da Ficha Limpa.
Isso porque membros do MP que sofrem punições do tipo ou são demitidos acabam inelegíveis.
Em 2023, o TSE entendeu por unanimidade que a manobra foi irregular e cassou seu mandato como Deputado Federal.
Nas eleições deste ano, como as urnas já estavam lacradas quando o ministro Floriano indeferiu o registro de candidatura, o nome do candidato continuaria aparecendo, mas os votos direcionados a ele seriam considerados nulos.
Em nota, Detran classificou o episódio como "a maior violência eleitoral da história do Brasil”.
“Não desista, meu nome está na urna. Anteontem, o mesmo ministro deu uma decisão no meu caso, dizendo que ele não poderia fazer isso que ele fez, por conta da livre manifestação da soberania popular, da escolha do eleitor, e agora ele vai lá e faz”, continuou.
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