Ir para o conteúdo principal
Segurança pública•5 min de leitura

Criança de 5 anos é baleada durante comemoração da vitória de Lula

A menina foi atingida na perna por um projétil e conseguiu sobreviver.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
Vista aérea de casas em comunidade do Rio de Janeiro
Fonte da imagem: Reprodução

Receba notícias gratuitamente em seu email

Próximo envio em
00h
57m
39s

Após a vitória de Lula nas eleições presidenciais, começaram as comemorações com fogos de artifício no Rio de Janeiro.

Em meio às celebrações, uma garota de 5 anos foi atingida por uma bala perdida na perna no Complexo do Alemão, dominado pelo Comando Vermelho.

A mãe conta que estava próxima à casa quando começou a ouvir fogos de artifício. Pouco depois, a menina caiu no chão.

Na hora ela já conseguiu entender que sua filha tinha sido vítima de um disparo de arma de fogo.

A garota foi levada às pressas para a Unidade de Pronto Atendimento do Alemão e recebeu os primeiros socorros.

Depois ela foi encaminhada para o atendimento especializado no Hospital Geral de Bonsucesso.

Quando a Polícia Militar foi acionada, ela já estava lúcida e fora de perigo. Os agentes foram ao local em que ela foi atingida para colher informações iniciais.

Agora, a Polícia Civil vai investigar as circunstâncias do disparo e procurar os responsáveis.

  • Que tal receber notícias todos os dias em seu E-mail? Clique aqui e receba de graça o Resumo BP.

Lula venceu nos presídios

No primeiro turno das eleições presidenciais, Lula venceu com uma larga vantagem nos presídios do país.

O resultado chegou a 72,57% dos votos para o presidente, enquanto Flávio Bolsonaro ficou com apenas 23,29%.

Nas eleições deste ano, apenas presos provisórios puderam votar, além de adolescentes em medida socioeducativa, agentes penitenciários, policiais penais, servidores e mesários.

Para que uma unidade tenha seção eleitoral, é necessário haver pelo menos 20 eleitores aptos, além da transferência temporária do título de eleitor.

Mas há chances de que isso mude antes das próximas eleições em 2028. A Lei Antifacção, sancionada em 2026, prevê a proibição do voto para todos os presos, inclusive os provisórios.

No entanto, a aplicação da norma ainda depende de análise do Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste pleito, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu manter o direito de voto dos presos provisórios por entender que mudanças nas regras eleitorais não podem ser aplicadas a menos de um ano da eleição.

FREEMIUM
FREEMIUM