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Tarifaço de Trump: saiba quais países, além do Brasil, também foram taxados

Países como Japão e Coreia do Sul também são alvos das novas tarifas.

Por
Redação Brasil Paralelo
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Trump, presidente americano sancionou uma série de países este mês.
Fonte da imagem: Lowy Institute

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Trump anunciou que vai impor sanções de até 50% sobre produtos importados do Brasil

Segundo o presidente, a medida acontece por causa do uma série de motivos, entre os quais o julgamento do qual Bolsonaro é alvo.

O presidente americano chamou o julgamento de “vergonha internacional” na carta oficial que anunciou a medida.

O país não foi o único a ao qual os Estados Unidos impuseram taxas. Ao longo do mês de julho, Trump sancionou 20 países, com taxas que começam em 20%. 

As novas tarifas entram em vigor em 1º de agosto. As cartas enviadas por Trump aos chefes de Estado definem taxas mínimas sobre produtos importados, que variam conforme o país.

Conheça a  lista completa de nações que também pagarão mais:

Veja a lista dos países que receberam os documentos e as tarifas anunciadas por Trump:

  • Cambodja: 36%;
  • Tailândia: 36%;
  • Bangladesh: 35%;
  • Sérvia: 35%;
  • Indonésia: 32%;
  • África do Sul: 30%;
  • Argélia: 30%;
  • Bósnia e Herzegovina: 30%;
  • Iraque: 30%;
  • Líbia: 30%;
  • Sri Lanka: 30%;
  • Cazaquistão: 25%;
  • Coreia do Sul: 25%;
  • Brunei: 25%;
  • Japão: 25%;
  • Malásia: 25%;
  • Moldávia: 25%;
  • Tunísia: 25%;
  • Filipinas: 20%;

Trump já havia imposto taxas

Não foi a primeira vez que Trump sancionou diversos países. Em abril, o presidente já havia determinado que várias nações pagariam tarifas de no mínimo 10%. 

Naquela ocasião, o Brasil foi impactado por uma taxa de 10% e uma de 25% sobre aço e alumínio.

O mais afetado foi a China, que recebeu uma sobretaxa inicial de 55% sobre produtos chineses

Pequim respondeu proibindo a exportação de minérios raros, essenciais para a indústria de tecnologia

Além disso, o país também colocou tarifas em empresas americanas, o que fez as sanções contra Pequim chegarem a 145%.

A medida chinesa os dois países, no entanto, negociaram para mudar o cenário. Em junho, os EUA e a China fecharam um acordo que reduziu as tarifas para 55% no total, apenas 30% de novas taxas

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