De heróis esquecidos da história do Brasil a facções criminosas em ascensão, relembre as produções que marcaram a primeira década da empresa.

Para celebrar uma década de existência, a Brasil Paralelo reuniu parte do que considera suas produções mais marcantes, todas realizadas sem qualquer aporte de dinheiro público.
A lista começa por onde tudo começou a ganhar forma: "Brasil: A Última Cruzada". A série é tratada pela própria empresa como um marco, o trabalho que resgatou personagens esquecidos da história nacional e percorreu mais de 500 anos de formação do país.
Na educação, três documentários tentam mapear diferentes etapas do problema. "Pedagogia do Abandono" investiga o impacto do ensino oferecido em creches públicas.
A trilogia "Pátria Educadora" mergulha na crise mais ampla do sistema educacional brasileiro. Já "Unitopia" foca no debate sobre ideologias dentro das universidades.
No campo internacional, duas produções tentaram organizar o cenário geopolítico atual.
A trilogia "O Fim das Nações" discute o desenho de uma nova Guerra Fria, enquanto "From The River To The Sea" investiga as raízes históricas do conflito no Oriente Médio.
Ainda no terreno da história mundial, duas séries internacionais se dedicaram a temas historicamente polarizados: "História do Comunismo" e "História do Fascismo", ambas construídas com entrevistas a professores e pesquisadores apontados como referências no assunto.
De volta ao Brasil, "O Teatro das Tesouras" e "A Direita no Brasil" tentam mapear os bastidores da política nacional e explicar como o país chegou ao cenário político atual.
A segurança pública também ocupa espaço relevante no catálogo. "Entre Lobos" e "Rio de Janeiro: Paraíso em Chamas" investigam o avanço de facções criminosas pelo território brasileiro, incluindo sua infiltração em espaços de poder.
Já "El Salvador: O Dia em Que o Medo Mudou de Lado" documenta como o país centro-americano conseguiu reduzir drasticamente o domínio de gangues em seu território.
No campo da cultura, as séries "A Primeira Arte", "A Sétima Arte" e "O Fim da Beleza" discutem a trajetória da arte ocidental e o que a produção chama de afastamento dos valores que historicamente moldaram essa tradição.
Em 2025, a empresa deu um passo além dos documentários e estreou no cinema de ficção com "Oficina do Diabo", primeiro longa original da Brasil Paralelo, que acompanha o jovem Pedro em uma narrativa sobre escolhas entre o certo e o errado no cotidiano.
Já a produção mais recente é "O Brasil Evangélico", que investiga o crescimento do movimento evangélico no país e sua influência na cultura e na política.
O documentário também aborda o avanço da bancada evangélica, hoje a segunda maior do Congresso Nacional.
Segundo a produção, o documentário não tem caráter confessional, e sim analítico, com foco na relação entre liberdade religiosa e o Estado laico.
Essa lista reúne apenas uma fração do catálogo construído ao longo de dez anos, todo ele sustentado pelas assinaturas dos membros da Brasil Paralelo, que financiam integralmente a produção da empresa.
Essa lista reúne apenas uma fração do catálogo construído ao longo de dez anos, todo ele sustentado pelas assinaturas dos membros da Brasil Paralelo, que financiam integralmente a produção da empresa.
Essa trajetória inteira será celebrada amanhã, dia 16 de julho, às 20h, em um evento especial de aniversário.
A programação inclui a apresentação de duas novas produções de ficção e um bate-papo sobre o legado do professor Olavo de Carvalho.
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