Política5 min de leitura

Quebra de sigilo revela que Mendonça abriu uma investigação que incluiu Flávio sobre filme de Bolsonaro

O conteúdo do inquérito segue sob sigilo apesar da decisão de Edson Fachin.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
André Mendonça pediu inquérito contra Flávio
Fonte da imagem: STF e Senado

Receba notícias gratuitamente em seu email

Próximo envio em
00h
14m
40s

Em julho, o ministro André Mendonça determinou a abertura de um inquérito para investigar Flávio Bolsonaro por causa do filme sobre Bolsonaro.

Na determinação, a Polícia Federal recebeu a autorização para investigar suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros possíveis crimes.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi consultada e se mostrou favorável à investigação.

Mendonça autorizou que a PF realizasse todo o trabalho de diligência possível que não necessitasse de uma ordem judicial. 

O ministro também autorizou que fossem realizadas investigações contra Eduardo Bolsonaro e o ex-ministro Mário Frias.

O ator foi alvo de uma outra operação da Polícia Federal ontem (10), sem relação com o caso Master, para investigar supostos desvios de recursos para o filme.

  • Entenda a crise institucional envolvendo o caso Master com o especial da Brasil paralelo. Assista completo abaixo:

O que foi divulgado com a quebra de sigilo? 

A decisão de Edson Fachin levou à abertura de uma série de ramificações da operação Compliance Zero.

Foram reveladas mais informações mais detalhadas sobre o contrato  de 131 milhões da esposa de Moraes com o Banco Master.

O inquérito sobre A Turma, milícia criada para investigar e ameaçar pessoas do interesse de Vorcaro também se tornou público.

Além disso, a abertura lançou luz sobre a relação do banqueiro com funcionários do Banco Central e influenciadores contratados para tentar controlar a narrativa em favor do Master.

No entanto, outras investigações seguem fechadas para o público, como o caso do filme Dark Horse e os que envolvem políticos com mandato, como o caso de Jaques Wagner (PT) e Ciro Nogueira (PP).

[VENDA] BP 10 ANOS
[VENDA] BP 10 ANOS