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Política•5 min de leitura

Presidente da Câmara aparece em investigação de contrabando ao voltar em avião de dono de Bet

Parlamentares entraram sem que suas bagagens passassem pelo Raio X e polícia apura facilitação.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
•Publicado em
politicos entrando no Brasil sem passar suas bagagens pelo Raio X do aeroporto
Fonte da imagem: Reprodução

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Próximo envio em
15h
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O senador Ciro Nogueira (PP) e Hugo Motta (Republicanos), estão no centro de uma investigação da PF após entrarem com bagagens sem passar pelo Raio X no Aeroporto de Catarina, em São Roque.

A polícia apura se houve algum tipo de facilitação de contrabando por parte dos fiscais.

Câmeras de segurança mostraram o momento em que o auditor Marco Canella autoriza a entrada de sete volumes, cinco malas e dois pacotes, sem a análise.

Canella já foi investigado em um outro inquérito por facilitação de contrabando. A Receita Federal afirma que investigações internas aconteceram sob sigilo.

O ministro Alexandre de Moraes pediu um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) em até cinco dias.

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Políticos viajavam no avião de dono de bet

O caso aconteceu em 2024, quando os parlamentares voltavam de uma viagem em São Martinho, no Caribe.

Eles chegaram a bordo de um avião particular do empresário Fernando Oliveira Lima, que é ligado a casas de apostas digitais e chegou a ser investigado na CPI das Bets.

Ciro chegou a  defender Fernandim quando a senadora Soraya Tronick disse que não conseguia contato com o empresário.

“Não é verdade que é difícil encontrá-lo. Dr Fernando é um grande empresário do meu estado, conheço ele há muito tempo”, respondeu

Além de Motta e Nogueira, também estavam a bordo os deputados Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).

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