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Atualidades
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Morre Raul Jungmann, ex-ministro de Fernando Henrique e Temer

Ex-integrante do Partido Comunista Brasileiro durante a Ditadura Militar, chegou a exercer três mandatos como deputado federal.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
19/1/2026 13:45
Uol

O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo, aos 73 anos, após anos de tratamento contra um câncer no pâncreas.

Ele estava internado no Hospital DF Star, na capital federal.

Quem foi Raul Jungmann?

Raul Jungmann nasceu em Recife (PE). Ingressou no curso de Psicologia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), em 1976, mas não concluiu a graduação.

Durante a Ditadura Militar, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). Nos anos 1970, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

Nos anos 1990, Jungmann ajudou a fundar o Partido Popular Socialista (PPS), legenda na qual permaneceu por mais de duas décadas.

Ele exerceu três mandatos como deputado federal:

  • 2003 a 2006, pelo PMDB.
  • 2007 a 2010, pelo PPS.

2015 a 2018, novamente pelo PPS.

Jungmann foi ministro em dois governos

A carreira de Jungmann incluiu passagens por diferentes áreas da administração pública:

  • Secretário de Planejamento de Pernambuco (1990–1991)
  • Presidente do Ibama (1995–1996)
  • Presidente do Incra (1996–1999)

Como ministro, integrou dois governos federais:

  • Fernando Henrique Cardoso: ministro extraordinário de Política Fundiária, cargo que depois deu origem ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, chefiado por ele até 2002

  • Michel Temer: ministro da Defesa (2016–2018) e, posteriormente, do Ministério da Segurança Pública, criado em 2018. Jungmann foi o único titular da pasta, que deixou de existir no início do governo Jair Bolsonaro, quando suas atribuições foram incorporadas ao Ministério da Justiça.

Desde março de 2022, Jungmann presidia o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). A entidade reúne mais de 300 associados, responsáveis por cerca de 85% da produção mineral do país.

No ano passado, integrou um grupo de nove ex-ministros da Justiça que assinaram um manifesto em apoio ao STF.

A iniciativa ocorreu após ministros da Corte serem alvo de sanções impostas por Donald Trump que determinou o cancelamento de vistos americanos.

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