Não é a primeira vez que o país mira familiares de Trump e o próprio presidente.

Aproximadamente R$50 milhões de reais, esse é o valor que o regime iraniano está oferecendo pela cabeça de Baron Trump, filho do presidente dos EUA.
Ao menos é isso que transmitiu o Canal 3, veículo de imprensa estatal ligado à imprensa iraniana, segundo o jornal da oposição ao regime Iran International.
Apesar da informação não ter sido verificada por fontes independentes, o canal realmente exibiu um vídeo assustador sobre o filho do presidente americano.
O jornal Euronews alega que a transmissão tinha o título “Como deveríamos matar Barton Trump?”
Em seguida foi apresentado um documento que afirma ter informações confidenciais sobre o filho do presidente americano, incluindo:
a localização de sua universidade;
seus veículos de escolta;
posicionamento de sua equipe do Serviço Secreto.
A transmissão seguiu afirmando que os movimentos dele foram "totalmente monitorados".
A Guarda Revolucionária alega que conseguiu infiltrar “uma garota” que teve uma reunião privada com ele e passou informações.
Além disso, afirmou que ele costuma utilizar o chat do Xbox “longe de sua equipe de segurança”.
Essa não é a primeira vez que transmissões ameaçadoras são feitas através do canal e tem como alvos familiares de Trump.
Em julho um outro vídeo com o título "Onde e como Melania Trump está acessível?" detalhava a rotina da primeira-dama em Nova York.
O próprio Trump já foi alvo da guarda revolucionária antes de retornar ao poder nas eleições de 2024.
Autoridades americanas prenderam uma rede criada pelo Irã para matá-lo antes das eleições.
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Não seria um caso inédito do governo iraninao financiar a morte de algum de seus inimigos.
Um dos casos mais emblemáticos foi o de Salman Rushdie. O escritor anglo-indiano ficou mundialmente famoso após escrever a obra Os Versos Satânicos.
Em 1988, o fundador da República Islâmica do Irã, Aiatolá Khomeini, declarou a obra uma afronta a sua religião e decretou a morte do autor.
A vida de Rushdie nunca mais seria a mesma, ele se tornou alvo de uma série de atentados. Até pessoas que traduziram o livro se tornaram alvo de extremistas.
As ameaças seguiram até 2022, quando ele foi esfaqueado durante um evento em Nova York.
O presidente da Fundação para Implementar as Fatwas do Imã Khomeini, Mohammad Ismail Zarei, agradeceu o agressor e ainda ofereceu 1000 m² de terras agrícolas no Irã como recompensa.
Oriente Médio tem vivido dias de tensão, com trocas de mísseis e bombardeios entre o regime de Teerã e as forças ocidentais.
A Brasil Paralelo investigou a fundo as origens da guerra com o especial Raio X Guerra do Irã.
A análise estuda como a Pérsia de Ciro, o Grande, uma das nações mais abertas do mundo, foi tomada pelo radicalismo islâmico.
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