Jeffrey Epstein não era apenas um milionário excêntrico. Ele construiu um império sustentado por dinheiro, influência e um esquema brutal de abuso sexual que atravessou fronteiras.
Preso em 2019, apareceu morto em sua cela pouco mais do que um mês depois. Tirou a própria vida, segundo a versão oficial.
Apesar de sua morte, o caso estava longe de terminar, não demorou para que a internet fosse tomada por teorias.
Isso porque Epstein era muito próximo de algumas das pessoas mais poderosas do mundo.
Ele circulava entre presidentes, bilionários, acadêmicos, banqueiros e membros da realeza.
Era presença constante em eventos restritos, aviões privados e mansões onde decisões globais eram discutidas.
No começo deste ano, mais de 3,5 milhões de arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA comprovaram sua relação com membros da elite mundial.
Nomes como Donald Trump, Bill Clinton e Bill Gates são apenas alguns dos citados milhares de vezes nos e-mails e denúncias.



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