Quem é Greta Thunberg? Conheça a verdadeira história da jovem ativista

Redação Brasil Paralelo
Redação Brasil Paralelo

“Eu não quero sua esperança. Eu não quero que sejam esperançosos. Eu quero que vocês entrem em pânico” . Quem é Greta Thunberg, a menina que disse isso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, 2019?

Essa jovem sueca ficou mundialmente conhecida após seu ativismo pró meio ambiente, chegando a discursar para os principais líderes mundiais. Contudo, mesmo com a grande exposição midiática, sua verdadeira agenda foi completamente escondida.

Em uma narrativa, as ações de uma pessoa podem ser totalmente incoerentes com seu discurso, diminuindo sua credibilidade. Outra razão de desconfiança, são realidades escondidas, recortes do todo.

A pesquisa apresentada neste artigo revela mais detalhes sobre quem é Greta Thunberg do que normalmente se vê. Para conhecer mais sobre o movimento ambientalista e sua verdadeira agenda, assista o novo filme da Brasil Paralelo, Cortina de Fumaça.

Confira o trailer oficial do filme:

Índice de Conteúdo

  1. Quem é Greta Thunberg?
  2. O movimento oculto por trás de Greta;
  3. Relações políticas com George Soros;
  4. A viagem de Greta — hipocrisia?;
  5. O envolvimento político de Greta;
  6. O parente eugenista e ambientalista;
  7. Seriam seus pais militantes comunistas?
  8. O que a Greta Thunberg defende?
  9. As mentiras do movimento ambientalista.

Quem é Greta Thunberg?

Greta Thunberg nasceu na Suécia, em Estocolmo, no dia 3 de janeiro de 2003. Seu pai, Svante Thunberg, é um ator conhecido no país. Sua mãe, Malena Ernman, é cantora de ópera de fama internacional. Ambos são militantes ambientalistas.

Além dos pais, seu tataravô, que tem o mesmo nome do pai, escolhido em homenagem ao antepassado, era um famoso cientista do meio ambiente. Além disso, era defensor do eugenismo, teoria racista que deu base ao nazismo, o que mais adiante será abordado.

Segundo o pai de Greta, aos 8 anos ela entrou em depressão profunda após conhecer a teoria do aquecimento global e da mudança climática. A jovem sueca parou de se alimentar, deixou de ir à escola e passou a se comunicar apenas com os parentes próximos.

Nessa mesma época, a ativista foi diagnosticada com síndrome de Asperger (tipo de autismo), desordem obsessiva-compulsiva e mutismo seletivo.  

Mesmo tendo 18 anos, Greta possui uma aparência infantil e baixa estatura, algo em torno de um metro e meio. Isso pode ter origem em uma doença chamada síndrome alcoólica fetal, desenvolvida pelo uso de álcool da mãe na gestação.

Sua aparência mais nova é aproveitada para aumento da comoção geral das pessoas, afinal os apelos de uma criança chamam mais atenção.

Aos 15 anos, Greta começou a faltar às aulas toda sexta-feira para protestar em frente ao parlamento sueco, cobrando mais ações políticas a fim de mitigar as mudanças climáticas.

Seu movimento angariou jovens seguidores e viralizou nas redes sociais. Desde então, passou a exercer profissão de ativista ambiental, sendo convidada a palestrar na ONU e no Fórum Econômico Mundial aos principais líderes mundiais.

Fez isso quando tinha apenas 16 anos.

O movimento oculto por trás de Greta Thunberg

A grande mídia e a própria família fizeram parecer que a jovem sueca começou o movimento espontaneamente, mas isso não é verdade.

Em sua história, estão envolvidos grandes empresários e políticos do lobby ambientalista, que ganham alto lucro político e financeiro com as teorias de alarde climático.

Em maio de 2018, Greta ganhou o segundo prêmio de um concurso de redações ambientais feito pelo jornal Svenska Dagbladet.

Em seguida, o líder do grupo local Fossil Free Dalsland, Bo Thoren, já conhecido da mãe de Greta, contatou os vencedores e outros jovens ativistas para ensinar como militar.

Sobre o concurso, o ativista disse:

“[Eu precisava] envolver e obter ajuda de jovens, desde que eu procurava novos rostos” para o movimento.  

Bo Thoren é ligado ao magnata sueco Ingmar Rentzhog, presidente de uma grande corporação de pesquisas e ideias ambientalistas. Políticos e executivos de grandes empresas de energia do país são membros da corporação.

Thoren tinha propostas de fazer uma greve escolar inspirada nas manifestações dos estudantes sobreviventes do massacre do Parkland Institute, na Flórida.

Segundo suas próprias palavras: “Havia eleições agendadas para setembro, três semanas após o início do curso. Imagine o que aconteceria se as crianças chegassem no primeiro dia e dissessem: ‘Não voltaremos até as eleições’”.

Greta aderiu a ideia do mentor e a pôs em prática. Thoren sabia disso e foi ao seu encontro em Estocolmo no dia 21 de agosto.

Ingmar Rentzhog, após mentir que havia encontrado Greta casualmente no dia 20 de agosto em um de seus protestos, confessou à revista Times que recebeu um e-mail de Thoren avisando sobre o movimento uma semana antes.

Segundo sua própria afirmação, o magnata sueco foi quem mandou a foto de Greta Thunberg para o jornal Dagens Nyheter — o de maior circulação no país — que publicou sua história.

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Greta com um dos principais editores do jornal, Peter Wolodarski.

Logo após essa matéria, a fama de Greta começou.

Ademais, Rentzhog já conhecia a mãe de Greta, ambos estiveram juntos meses antes de a garota começar os protestos, tendo se encontrado em uma conferência sobre o clima em Estocolmo, conforme sua declaração à revista Times.  

Seus pais tentam negar o envolvimento de Greta com Rentzhog, contudo, a jovem ativista faz parte do conselho consultivo da plataforma do empresário sueco “Não temos tempo”, fundada por ele mesmo.

Dentre os membros dos grupos que Greta faz parte, estão os maiores políticos e empresários do mundo, sendo alguns exemplos:

  • Petter Skogar, presidente da KFO, a maior associação patronal da Suécia;
  • Anders Wijkman, ex-presidente do Clube de Roma e membro do Parlamento Europeu entre 1999 e 2009;  
  • Kristina Persson, ex-membro do Partido Social Democrata e ministra do governo sueco entre 2014 e 2016;
  • David Olsson, membro do Svenska Bostadsfonden, um dos maiores fundos imobiliários da Suécia, cuja família controla a empresa de investimentos sueca Kinnevik.  

A viagem de Greta — Hipocrisia?

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Em 2019, Greta foi convidada a discursar na ONU para os principais líderes do mundo.

Recusando-se a ir até Nova York de avião, decidiu fazer a viagem de barco para não favorecer o aquecimento global.

Prontamente, o filho da princesa de Mônaco cedeu-lhe um veleiro ecológico alimentado por energia solar e geradores de eletricidade. Pierre Casigari acompanhou a jovem sueca em todo o percurso por duas semanas.

Contudo, havia um grande problema nessa viagem.

A embarcação utilizada por Greta foi toda feita de combustíveis fósseis e toda a logística de sua viagem envolveu aviões.

Além desses pontos, o veleiro que cruzou o oceano precisou retornar para o seu país de origem, fazendo com que vários tripulantes viajassem de avião até os Estados Unidos apenas para trazer a embarcação de volta à Europa.

No fim, calcula-se que toda a viagem de barco de Thunberg foi muito mais poluente do que se ela simplesmente tivesse ido de avião.

Houve muita mídia, e muita poluição.

Envolvimento político de Greta

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No dia 3 de fevereiro de 2021, Greta cometeu um deslize. Nas suas redes sociais, a ativista publicou um documento que havia recebido e que rapidamente foi apagado.

O documento continha um script detalhado de todo o planejamento de ações midiáticas que ela e outras celebridades famosas do mundo inteiro, como a cantora Rihanna, deveriam fazer para intervir em protestos na Índia.

O arquivo acidentalmente vazado se provou verdadeiro, pois havia detalhes de uma manifestação que aconteceu poucos dias antes da postagem de Greta.

A manifestação ocorreu exatamente como descrito na cartilha. O objetivo era interferir no debate público e reverter mudanças feitas na legislação pelo primeiro ministro do partido conservador da Índia.

Greta demonstrou mais do que preocupação pessoal e espontaneidade, demonstrou também uma forte ligação com uma organização com finalidade política.

Relações políticas com George Soros e cia.

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Desde o início dos protestos, Greta esteve sempre acompanhada de Luisa Neubauer, porta-voz de uma ONG fundada com o dinheiro da Open Society Foundation, grupo do bilionário George Soros.

George Soros é um empresário bilionário que investe em diversas iniciativas políticas pelo mundo todo para ganhar dinheiro, sem se importar com as consequências sociais de seus atos. Ele mesmo disse isso em sua entrevista ao programa “60 minutes”.  

  • Conheça a base do pensamento dos principais agentes políticos e econômicos do mundo moderno neste resumo da obra O Príncipe, de Maquiavel.

Na mesma entrevista, o empresário contou sua história. De família judia, natural da Hungria, seu pai fez com que ele fugisse dos nazistas disfarçando-se de jovem cristão.

Nesse período, as autoridades nazistas o forçaram a denunciar e procurar por judeus escondidos. Com 14 anos, ele cooperou na perseguição de seu próprio povo e disse abertamente que não se arrepende de nenhuma de suas ações.

Soros e sua fundação (a mesma que financiou a parceira de Greta) foram banidos de seu país de origem pelo ministro Viktor Orbán por ser considerado uma ameaça à nação.  

O bilionário possui relações próximas com muitos dos principais líderes mundiais. O vídeo acima mostra uma de suas ações com Hillary Clinton (também ambientalista), por exemplo.

Alguns de seus investimentos são destinados aos Antifas e grupos semelhantes, como o Black Lives Matter.

A fundação de Luisa Neubauer, ONE Foundation, recebe também financiamentos de Bono Vox e Melinda Gates, esta última envolvida em escândalos graves de saúde pública.

Ambos investidores são militantes políticos. Bono luta pelo aborto e Melinda investe em campanhas de democratas.

  • Quais são as consequências do aborto? O câncer de mama é apenas um dos exemplos.

O parente eugenista e ambientalista

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Outro fato muito relevante para compreender quem é Greta Thunberg, é a importância da família da sueca no movimento ambientalista.

O tataravô de Greta foi o criador da teoria do aquecimento global.

Seu nome é Svante August Arrhenius (1853-1927), famoso pelos estudos na área da química e da física.

A mãe do cientista se chamava Carolina Thunberg, e sua esposa Karolina Kristina Thunberg, de maneira que Svante casou com a própria parente.

Prática comum em algumas famílias nobres europeias que desejam manter uma suposta pureza.

Svante era adepto da teoria eugenista, uma linha de pensamento que defende a superioridade de uma raça humana em relação às outras.

Apoiava a redução da população das raças consideradas inferiores.

O tataravô de Greta foi membro da Swedish Society for Racial Hygiene (Sociedade Sueca para a Higiene Racial). Tornou-se um dos diretores do grupo, possuindo papel essencial em seus planos de influenciar a política sueca para aplicar as práticas da teoria no país.

Diversos membros dessa Sociedade foram para a Alemanha, onde começaram a trabalhar em suas teorias eugenistas e posteriormente se tornaram cientistas nazistas.

Svante foi um dos fundadores do Instituto Nobel, dando-se a si mesmo dois prêmios do famoso instituto, uma vez que era um dos responsáveis pela escolha dos ganhadores.

Também premiou amigos e impediu a premiação de inimigos.  

Seriam seus pais militantes comunistas?

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Os pais de Greta seguiram o caminho do parente eugenista. Ambos sempre foram militantes ambientalistas.

Em 2017, um ano antes de Greta dar início aos protestos que a tornaram famosa, sua mãe ganhou o prêmio “Heroína do Meio Ambiente” por sua longa luta pela causa.

A ONG que a premiou foi a WWF. Esta organização possui vários escândalos relacionados a estupros, assassinatos e atividades comerciais em sua história, conforme a descoberta da Buzzfeed.  

No momento que os protestos de Greta se espalharam, sua mãe publicou o livro “Nossa casa está em chamas” com a participação da filha e foto dela na capa, obtendo alto lucro com a publicação.

Além dessa militância, existem fortes indícios de que seus pais também apoiam o movimento terrorista antifascista.

Ambos têm fotos com camisetas do movimento e a jovem ativista também publicou uma imagem usando a camiseta na sua página do Twitter.

Logo após uma grande repercussão, ela apagou o post e afirmou não conhecer os Antifas.

Sua mãe fez um tweet afirmando que a camiseta era sua e havia emprestado para a Greta sem saber que era do grupo terrorista.

A história fica mais difícil de entender quando se observa que ela e seu marido utilizaram roupas com o símbolo, e ainda em momentos diferentes.

Trata-se de uma imagem mundialmente conhecida, especialmente na Europa onde o movimento começou.

Também é de se estranhar o desconhecimento devido às conexões da família com os principais assuntos mundiais, líderes mundiais e proximidade com investidores do grupo terrorista, como já exposto.

Outro fato curioso é que uma grande parte dos posts de Greta eram feitos por seu pai ou por um representante da ONU. Eles postavam em nome dela até que um problema no Facebook revelou isso.

O que a Greta Thunberg defende?

Greta não só alerta o mundo sobre o aquecimento global, ela também propõe soluções mundiais, embora estas não sejam divulgadas.

Dentre suas teses, a jovem ativista defende o seguinte:

“Nós demandamos, neste ano do Fórum Econômico Mundial, que os participantes de todas as companhias, bancos, instituições e governos deixem imediatamente todos os investimentos em exploração e extração de combustíveis fósseis.
Nós não queremos que isso seja feito até 2030 ou 2050, queremos que isso seja feito agora”.

Entretanto, o problema é que praticamente toda a economia é baseada em combustíveis fósseis.

A energia utilizada no mundo é majoritariamente produzida por meio de combustíveis fósseis, fundamental para os avanços científicos da humanidade.

Se existe luz, aviões, carros, energia elétrica e até mesmo água limpa em larga escala, isso se deve a energia advinda dos combustíveis fósseis.

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Remédios em larga escala, saneamento básico e muitas descobertas fundamentais que não existiam no mundo antigo, são realidades que surgiram por causa da energia e das indústrias.

Nossos antepassados, diferentemente de nós, conviviam com sujeiras humanas e animais espalhadas pelas suas ruas e propriedades.

Ainda, o desenvolvimento industrial permitiu desfazer os erros ambientais do período pré-industrial e início das indústrias. Tal é o caso da limpeza do rio Tâmisa, de Londres.

Até mesmo a considerada “energia limpa”, utilizada para abastecer carros elétricos, ditos sustentáveis, vem de combustíveis fósseis. Para produzir um carro elétrico, é emitido 28% de CO2 a mais do que um carro normal.

Até mesmo os painéis solares para serem construídos precisam de combustíveis fósseis.

Neste panorama, é necessário questionar:

  • Estes combustíveis realmente destroem o nosso planeta da maneira que Greta e o movimento ambientalista afirmam?
  • Os recursos naturais estão acabando?

As mentiras do movimento ambientalista

O movimento prega o pânico. A própria Greta Thunberg afirmou que se os principais problemas ambientais não forem corrigidos em 12 anos, a destruição do planeta será irreversível.

Climagate

Em 2011, mais de 5 mil e-mails de cientistas da University of East Anglia vieram à público provando que pesquisadores esconderam evidências que questionavam a influência humana sobre o aquecimento global.

Nas mensagens, os cientistas combinaram esconder todos os dados que demonstravam não haver influência do ser humano nas alterações climáticas.

Os estudiosos falam que estavam sofrendo pressão política do Departamento de Assuntos Ambientais, Alimentares e Rurais (DEFRA), que insistia em passar uma “mensagem forte” ao governo do Reino Unido.

O que é apresentado pela mídia e certos cientistas como certeza absoluta carece de provas e não leva em conta as diversas evidências contrárias.

O professor e pesquisador em geografia da USP, Ricardo Felício, demonstra com dados científicos o ponto de vista oposto ao apresentado pelo establishment.

Não se trata de negar mudanças climáticas, mas sim discutir se o homem influencia ou não esse processo e até que grau o planeta aquecerá (ou esfriará).

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Esse e muitos outros assuntos como o infanticídio e o potencial do Brasil no mercado agropecuário internacional são abordados no filme Cortina de Fumaça.  

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