A morte enigmática de Teori Zavascki, relator da Lava Jato. Erro do piloto ou sabotagem?

Redação Brasil Paralelo
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3/6/2022
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No início de 2017, Teori Zavascki desistiu de suas férias e voltou ao trabalho. O motivo: os acordos de corrupção milionários entre a empreiteira Odebrecht e membros do governo seriam julgados.

A gravidade do caso não deixou Teori descansar, pois ele era ministro do Supremo Tribunal Federal, indicado pela presidente Dilma. Suas decisões na Lava Jato haviam sido duras com políticos corruptos, e tudo indicava que ele continuaria nessa linha.

De repente, um dia antes de julgar os acordos da Odebrecht, o avião de Teori Zavascki caiu em Santos durante o pouso, sem nem mesmo ter conseguido chegar no aeroporto. Diante do contexto político e dos problemas do avião, restou a dúvida: o acidente decorreu de sabotagem ou de erro do piloto?

  • Este artigo foi baseado no programa Investigação Paralela, série de investigações criminais exclusiva da Brasil Paralelo:
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As 2 teorias sobre a morte de Teori Zavascki

Diante da queda do avião de Teori Zavascki, 2 teorias foram formuladas:

  • perda de controle do voo;
  • sabotagem.

As duas teorias possuem fortes indícios, e serão apresentadas agora.

Perda de controle do voo

O corpo de bombeiros que fez o resgate do avião informou que ele havia caído no mar, próximo à Ilha Rasa, e ficou parcialmente submerso. Na hora do acidente, as condições de voo não eram as melhores: chovia forte e a região estava em estado de atenção. 

Desde o início, parte da mídia e dos profissionais de resgate diziam que a queda teria sido fruto de um acidente, justamente por conta das condições climáticas.

De acordo com o relatório oficial disponibilizado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), a aeronave particular estava com a manutenção em dia. As análises dos motores indicam que estes funcionavam normalmente no momento do impacto. 

O piloto, Osmar Rodrigues, voava há trinta anos e contava com aproximadamente 7464 horas de voo. Delas, 2924 foram em aeronaves do modelo em questão. No aeródromo de Paraty, especificamente, realizou 33 voos no ano anterior ao acidente, utilizando o mesmo jatinho. 

Era um piloto visto como referência entre os colegas. Antes de sair do Campo de Marte, as análises de voz, fala e linguagem indicaram que não havia nenhum indício de fadiga, sonolência ou até mesmo alterações compatíveis com o uso de substâncias entorpecentes do sistema nervoso central. 

Após exames toxicológicos, não se evidenciaram alterações, do ponto de vista médico, que pudessem resultar no comprometimento do desempenho do piloto em voo. 

Em relação às condições meteorológicas no momento em que o avião saía de São Paulo, Rafael, pesquisador da Brasil Paralelo, disse:

“Temos que para a região de Paraty o clima era favorável ao voo visual — e é importante distinguir os dois tipos de voos existentes: voo visual e voo por instrumento. 
Visual é o voo que o piloto se utiliza das referências visuais externas ao avião, enquanto que voo por instrumento é aquele em que, por condições climáticas adversas, o piloto perde as referências visuais externas ao avião e se localiza via instrumentos da cabine interna do avião e comunicação por rádio com os aeródromos. 
Havia, porém, a possibilidade de degradação por chuva e presença de nuvens. Para termos uma noção da situação crítica do aeródromo de Paraty, saiba-se que ele não opera por instrumento”. 

Uma aproximação para pouso só poderia ser feita por voo visual. Além disso, as referências meteorológicas vinham do aeródromo de São José dos Campos, a uma distância aproximada de 180 km. 

No momento da aproximação, as condições meteorológicas estavam degradadas e o avião teria que realizar um desvio da chuva. O trem de pouso foi baixado, ocasionando um aumento significativo da razão de descida. Isso acionou o alerta de Sink Rate. 

Nesse momento, o piloto reportou:

 “Sierra Oscar Mike, setor eco de Paraty, aguardando um pouquinho até a chuva passar, melhorar a visibilidade”. 

Cerca de dois minutos depois do recolhimento do trem de pouso, ele foi baixado novamente e o piloto reportou que tentaria uma nova aproximação para pousar. 

Por que logo após reportar que esperaria as condições melhorarem, o piloto procurou fazer uma nova tentativa de pouso? O perfil do piloto pode auxiliar a compreender as razões da perda de controle do voo.

O piloto era uma pessoa rígida, com um senso de fiel cumprimento do dever muito forte. Em situações como essa, era comum que se impusesse a si mesmo uma alta pressão. Ele teria que concluir o voo a qualquer custo.

Por conta da rigidez, também, tinha se incomodado com o atraso de um dos tripulantes que fez com que o voo saísse de São Paulo pouco mais de uma hora depois do previsto.

Momentos antes do impacto com a água, a análise de voz, fala e linguagem indicou que o piloto estava tenso. Mostrava claros sinais de ansiedade, apreensão e temor. 

destroços do avião - morte de Teori Zavascki
Destroços do avião de Teori Zavascki.

Ao fim da segunda tentativa de aproximação para pousar, que resultou no acidente fatal, o avião se encontrava a 82 metros de altura, numa velocidade de aproximadamente 222 km/h. Sem referências visuais à frente, o piloto realizou uma curva à direita.

Por conta da curva, sofreu com uma força de 2G — o que causou uma ilusão de diminuição de ângulo. O piloto aplicou uma inclinação maior do que o necessário na curva, resultando no impacto com a água. 

De acordo com o CENIPA: 

“As condições de baixa visibilidade, de curva à baixa altura sobre a água, somadas ao estresse do piloto e, ainda, às condições dos destroços, os quais não evidenciaram qualquer falha que pudesse ter comprometido o desempenho e/ou a controlabilidade da aeronave, levam à conclusão de que o piloto muito provavelmente teve uma desorientação espacial que acarretou a perda de controle da aeronave”.

Sabotagem

Devido às condições climáticas, desde o momento que se teve notícia da fatalidade, não se cogitou a possibilidade de a queda do avião não ter sido um acidente. Tempos depois do ocorrido, certa denúncia trouxe uma nova perspectiva ao caso: o avião pode ter sido sabotado para ter um acidente que causasse a morte do ministro.

O delegado que investigava o acidente de avião foi assassinado. Dias depois de abrir um inquérito para investigar o acidente de avião, Adriano Soares, delegado da Polícia Federal, foi baleado em Florianópolis, em uma casa de prostituição.

No dia 17 de maio do mesmo ano, 4 meses depois da morte de Teori Zavascki, o filho do Ministro levantou suspeita sobre o que de fato havia gerado a queda do avião.

De acordo com um post em seu Facebook, o PMDB seria a peça central para compreender o que de fato aconteceu. Mas de onde surgiram essas acusações tão graves? Para entender melhor, é preciso conhecer o contexto político no qual o ministro Teori estava inserido. 

A viagem com destino a Paraty ocorreu às vésperas de uma decisão muito importante que seria tomada pelo ministro: Teori iria retirar o sigilo de cerca de 900 depoimentos e homologar as 77 delações da Odebrecht. 

Era o mais relevante acordo de colaboração da história da justiça do país, envolvendo nomes de peso dos mais variados partidos.

Um ano antes da morte do ministro, já estava em especulação que havia tramitações em andamento para acabar com a Operação Lava Jato. Também um ano antes da morte do ministro, seu filho já vinha levantando preocupações em relação a seu bem-estar e de sua família.

A Operação Lava Jato descobriu que a Petrobras era hospedeira de um monumental esquema de corrupção montado no governo de Lula e continuado no governo Dilma. O dinheiro financiou campanhas eleitorais, abasteceu contas secretas no exterior e bancou pequenos e grandes luxos de mais uma centena de políticos. 

O avanço das investigações mostrou que a simbiose entre política e corrupção não se limitava à estatal, mas envolvia outros grandes grupos empresariais e atraiu praticamente todos os partidos.

Os 3 principais partidos do país estavam com seus líderes na mira da Lava Jato: Michel Temer do PMDB, Aécio Neves do PSDB e Lula do PT. 

O PMDB queria levar o ex-presidente Temer ao fim de seu mandato e frear as investigações. O PSDB sonhava em voltar ao poder em 2018 e, de quebra, salvar o mandato de Aécio Neves. O PT pretendia salvar Lula da cadeia e, por meio dele, reerguer o partido.

Diante dessa situação, os apresentadores do Investigação Paralela lembram:

“Não podemos esquecer que nos últimos 50 anos uma série de estranhos acidentes e fatalidades impactou diretamente na história da política nacional:
  • 1967 — morre marechal Humberto Castelo, vítima de um acidente aéreo;
  • 1992 — morre Ulysses Guimarães, vítima de um acidente aéreo de helicóptero;
  • 2014 — morre Eduardo Campos, vítima de um acidente aéreo;
  • 2016 — morre Roger Agnelli, vítima de um acidente aéreo.
Não foi à toa que criaram-se suspeitas quanto ao que de fato levou à morte do ministro Teori Zavascki.
Todas as três grandes forças políticas do Brasil tinham o mesmo objetivo: impedir que as investigações se tornassem uma barreira aos esquemas estabelecidos entre os partidos políticos desde a chegada do PT ao poder em 2002”.
Após 3 anos de atividades, a operação fechava o cerco contra políticos do PMDB. O partido controlava a Diretoria Internacional da Petrobras, no esquema de fatiamento e distribuição das principais áreas da empresa para os partidos da base do governo Lula.
Considerados pelos investigadores como engrenagem da complexa e sofisticada máquina de corrupção da Petrobras, os operadores de propina do partido foram os principais pontos de expansão da investigação. 
Foi a partir dos operadores de propina do PMDB que a Lava Jato chegou à sua 38ª fase, denominada Blackout. A assessoria do PMDB chegou a dizer:
“O presidente do PMDB, senador Romero Jucá, afirma que os envolvidos nesta operação não têm relação com o partido e nunca foram autorizados a falar em nome do PMDB”.
O mesmo Romero Jucá, que teve gravações de suas conversas com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, vazadas. Nessas gravações, Jucá sugere a Sérgio Machado que fizessem um “pacto” para tentar barrar a Operação Lava Jato. Essas conversas aconteceram por volta de março de 2016. Seguem alguns trechos:
"SÉRGIO MACHADO — Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima.
ROMERO JUCÁ — Eu ontem fui muito claro. [...] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais credito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai se reunir ali com os setores empresariais?
MACHADO — Agora, ele acordou a militância do PT.
JUCÁ — Sim.
MACHADO — Aquele pessoal que resistiu acordou e vai dar merda.
JUCÁ — Eu acho que...
MACHADO — Tem que ter um impeachment.
JUCÁ Tem que ter impeachment. Não tem saída.
MACHADO — E quem segurar, segura.
JUCÁ — Foi boa a conversa, mas vamos ter outras pela frente.
MACHADO — Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisões de segunda instância], vai todo mundo delatar.
JUCÁ — Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo e a Odebrecht vão fazer.
MACHADO — A Odebrecht vai fazer.
JUCÁ — Seletiva, mas vai fazer.
MACHADO — Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que... o Janot [procurador-geral da república] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.
[...]
JUCÁ — Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. [...] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra... Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.
[...]
MACHADO — Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].
JUCÁ — Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.
MACHADO — É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.
JUCÁ — Com o Supremo, com tudo.
MACHADO — Com tudo, aí parava tudo.
JUCÁ — É. Delimitava onde está, pronto.
[...]
MACHADO — O Renan [Calheiros] é totalmente 'voador'. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor pra ele. Ele não compreendeu isso não.
JUCÁ — Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem.
*
MACHADO — A situação é grave. Porque, Romero, eles querem pegar todos os políticos. É que aquele documento que foi dado...
JUCÁ — Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura, que não tem a ver com...
MACHADO — Isso, e pegar todo mundo. E o PSDB, não sei se caiu a ficha já.
JUCÁ -— Caiu. Todos eles. Aloysio [Nunes, senador], [o hoje ministro José] Serra, Aécio [Neves, senador].
MACHADO — Caiu a ficha. Tasso [Jereissati] também caiu?
JUCÁ — Também. Todo mundo na bandeja para ser comido.
[...]
MACHADO — O primeiro a ser comido vai ser o Aécio.
JUCÁ — Todos, porra. E vão pegando e vão...
MACHADO — [Sussurrando] O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele ser presidente da Câmara? [Mudando de assunto] Amigo, eu preciso da sua inteligência.
JUCÁ — Não, veja, eu estou à disposição, você sabe disso. Veja a hora que você quer falar.
MACHADO -—Porque se a gente não tiver saída... Porque não tem muito tempo.
JUCÁ — Não, o tempo é emergencial.
MACHADO — É emergencial, então preciso ter uma conversa emergencial com vocês.
JUCÁ — Vá atrás. Eu acho que a gente não pode juntar todo mundo para conversar, viu? [...] Eu acho que você deve procurar o [ex-senador do PMDB José] Sarney, deve falar com o Renan, depois que você falar com os dois, colhe as coisas todas, e aí vamos falar nós dois do que você achou e o que eles ponderaram pra gente conversar.
MACHADO — Acha que não pode ter reunião a três?
JUCÁ — Não pode. Isso de ficar juntando para combinar coisa que não tem nada a ver. Os caras já enxergam outra coisa que não é... Depois a gente conversa os três sem você.
MACHADO — Eu acho o seguinte: se não houver uma solução a curto prazo, o nosso risco é grande.
*
MACHADO — É aquilo que você diz, o Aécio não ganha porra nenhuma...
JUCÁ — Não, esquece. Nenhum político desse tradicional ganha eleição, não.
MACHADO — O Aécio, rapaz... O Aécio não tem condição, a gente sabe disso. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB...
JUCÁ — É, a gente viveu tudo.
*
JUCÁ — [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem: 'Ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca'. Entendeu? Então... Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar.
MACHADO — Eu acho o seguinte, a saída [para Dilma] é ou licença ou renúncia. A licença é mais suave. O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo, protege o Lula, protege todo mundo. Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais. Essa cagada desses procuradores de São Paulo ajudou muito. [referência possível ao pedido de prisão de Lula pelo Ministério Público de SP e à condução coercitiva ele para depor no caso da Lava Jato]
JUCÁ — Os caras fizeram para poder inviabilizar ele de ir para um ministério. Agora vira obstrução da Justiça, não está deixando o cara, entendeu? Foi um ato violento...
MACHADO — ... e burro [...] Tem que ter uma paz, um...
JUCÁ — Eu acho que tem que ter um pacto.
[...]
MACHADO — Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém.
JUCÁ — Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara... burocrata da... ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça]”.
Romero Jucá e Sérgio Machado - morte de Teori Zavascki - STF - lava jato
Romero Jucá e Sérgio Machado, políticos brasileiros.

A partir de todas essas proposições, as perguntas que surgem são: até que ponto os políticos brasileiros estariam dispostos a ir para se safar, para se livrar de todas as consequências prestes a recair sobre eles? 

Seria possível mesmo que mandassem boicotar e derrubar o avião em que se fazia presente, além do piloto, não apenas o ministro Teori Zavascki, mas também outras três pessoas que nada tinham a ver com a situação política da Lava Jato?

Conclusão

teori zavascki - relator da lava jato - STF
Teori no plenário do STF.

Há quatro anos, o país perdia, precocemente, o ministro Teori Zavascki, aos 68 anos de idade, sendo os quatro últimos de sua vida dedicados ao Supremo Tribunal Federal.

Era uma quinta-feira, 19 de janeiro de 2017, quando o país foi surpreendido pela notícia de que o avião que transportava o ministro Teori Zavascki, de São Paulo para Paraty (RJ), caiu no litoral sul fluminense com outras quatro pessoas a bordo. Após dois anos de investigação, em 2019, o Ministério Público Federal concluiu que não havia indícios de crime para a queda da aeronave e o inquérito sobre o acidente foi arquivado.

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