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Pré-candidato à presidência repudia reeleição e afirma ser a terceira via

Augusto Cury afirma que é possível dialogar com os dois lados da política brasileira sem fechar portas para novas alianças.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
Sabatina Brasil Paralelo
Fonte da imagem: Reprodução

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Augusto Cury afirmou que se considera uma terceira via na disputa presidencial de 2026, mas rejeitou a ideia de ser apenas um nome de fora da política.

A declaração aconteceu durante a sabatina da Brasil Paralelo. O pré-candidato foi questionado pela bancada sobre sua tentativa de se apresentar como um nome de centro em um cenário marcado pela polarização.

A pergunta abordou um dos principais desafios de qualquer candidatura presidencial: a necessidade de construir alianças

No Brasil atual, se aproximar de determinados grupos políticos pode significar fechar portas com outros setores. Diante disso, Cury foi questionado se acredita ser possível construir uma terceira via capaz de dialogar com os dois lados.

“Bom, eu me considero a terceira via, mas não a terceira via de alguém que só é de fora, outsider”.

Em seguida, defendeu sua trajetória como gestor e disse que sua experiência vai além dos livros.

“Eu sou gestor de empresas, reitero, e não apenas sou escritor”.

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Pré-candidato defende a criação de um pacto nacional

Ao explicar como pretende construir alianças, Cury defendeu a formação de um pacto nacional.

Segundo ele, esse projeto poderia reunir gestores de empresas, lideranças universitárias, economistas, políticos sem histórico de corrupção e governadores bem avaliados.

“Eu posso convidar os melhores gestores das empresas para compor um Pacto Nacional, melhores líderes das universidades, grandes economistas, inclusive políticos sem histórico de corrupção”.

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O pré-candidato também afirmou que é contra a reeleição

Para ele, o modelo atual favorece práticas de corrupção, embora tenha feito a ressalva de que existem políticos éticos.

“Eu sou contra a reeleição. Para mim, a reeleição é uma fonte de corrupção, embora haja indubitavelmente muitos políticos éticos”.

Cury disse ainda que tem condições de dialogar com diferentes grupos porque é lido por muitos políticos e não depende do poder para obter prestígio ou estabilidade financeira.

Essa posição permitiria construir um projeto que não se limitasse a um mandato presidencial.

“Por não ser uma ameaça para ninguém, eu creio que eu tenho condições de convidar os melhores ou pelo menos grandes líderes para fazer um Pacto Nacional para não apenas 4 anos, mas preparar as trajetórias até 2050, os próximos 25 anos.”

O trecho faz parte da Sabatina da Brasil Paralelo com os pré-candidatos à Presidência da República em 2026.

Você pode assistir ao episódio completo logo abaixo.

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